A Crónica da Agricultora: «Mais valia a Sofia estar calada»

Estoirou a bomba na Quinta de Francisco Tomé e Sofia disse o que não devia sobre Yasmini. Inês Martins defende que mais valia Sofia estar calada. Leia a opinião dela sobre os agricultores.

01 Jun 2020 | 19:41
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Esta semana Inês Martins não poupa Sofia Videira, da quinta do Francisco Tomé e perante as ofensas a Yasmini diz que a pretendente devia estar calada. Mas vamos à análise da semana.

Quinta do Francisco já esquentou. Francisco pede a Sofia para falar à parte e pergunta lhe o porquê de estar a fazer-se de actriz. Não sabia ela que o Francisco nas suas longas conversas com Maria João lhe contava tudo o que se passava.

Sofia foi-lhe com uma conversa que a Maria João gostava de ser apresentadora e não estava no programa pelo amor, mas sim por fama. Após uma conversa entre os quatro acusam-na de falar mal de todas nas costas e devia ser cara a cara.

Sofia e os problemas com as brasileiras

Diz ainda que é uma pessoa que se mostra muito ativa quando liga a luzinha vermelha das câmaras mas mal se desliga… É praticamente uma estátua lá em casa e no campo. Sofia, durante a diálogo de entendimento lança uma bomba… diz que não gosta de brasileiras que já teve problemas com elas. Como? Generalizar povos assim? Que preconceito é este em pleno século XXI? Fiquei chocada. Mais valia a Sofia estar calada.

Maria João ainda tenta que as duas falem para tornar o ambiente mais leve mas Yasmin insiste que é melhor não. Para ela quando as pessoas dizem coisas de cabeça quente é algo que já tinham interiorizado e não tem direito a perdão.

Ao fim de muita insistência – Muita mesmo- Maria João leva Yasmini até à Sofia para tentarem falar. Claro que só resultou noutro confronto e ofensas. Maria João, que desde sempre tem sempre diálogos com o agricultor onde demonstram grande cumplicidade, conta ao Francisco o que se tem passado em casa, enquanto o agricultor vai para o campo trabalhar.

Francisco deixou Sofia sem saída

Ele ficou devastado com a atitude da Sofia. Nem queria acreditar no que estava a ouvir e estava visivelmente abalado. Para ele não há cores ou racismo e pela sua história de vida, Francisco não tolera esse tipo de pensamentos racistas.

Numa tentativa de conversa com Sofia nota-se o desconforto. E não consegue falar de tão alterado. Depois de se afastar e tentar meter as ideias em ordem aproxima-se de Sofia que andava só a mandar pro ar: «se quiseres vou-me embora.»

A muito custo e com dificuldades de se exprimir, tenta explicar o que sente e em poucas palavras pede a Sofia para abandonar a quinta. Claro que a atriz da quinta de Moura, fazendo-se de vítima revolta-se contra o agricultor. Acusa-o de tudo e mais alguma coisa sem sentido! E ainda acrescenta que um dia ele vai-lhe dar razão e pedir desculpa. Para mim,Sofia, desde o início me transmitiu ser uma pessoa estranha. Não era genuína,parecia estar ali a fazer um papel.

«Dalila continua a arranjar confusões.»

Quinta do João. Dalila continua a arranjar confusões. Ao ponto de exaltar a zen da Mafalda. Ela está a fazer um bom jogo. Tão depressa está a armar confusão como está na brincadeira com o seu Objetivo. Mafalda lança uma indireta e João parte em defesa da sua querida Dalila. Mas para não variar não conseguiu acalmar os ânimos. Não tem pulso.

É uma discussão que se estende. Cláudia tenta não tirar partidos. Já Mafalda tenta-se defender perante o João e desilude-se com os ataques de histeria do agricultor. O pacato alentejano transformou-se. Para mim disse coisas injustas. E já tomou partidos em defesa da sua Dalila. Aquela Dalila está a conseguir o que quer. Foi a vez de atacar outra rival. E agora com a Cláudia está em paz… mas será por muito tempo?

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Verdade seja dita, a zen da Mafalda sempre tentou manter a paz entre as duas. Sim, tem uma gata irrequieta. Gosta de meter incenso na casa e de fazer numerologia. Mas e então? Que tal respeitar se as diferenças das pessoas? Sim conviver com pessoas diferentes é difícil, mas estes confrontos também não precisam chegar a estes extremos.

Mafalda num desabafo com Cláudia chega a dizer que tinha vergonha de ser a Dalila que dorme no quarto do Agricultor e ele nem a assume. Aquilo nem é relação nem é nada e eu… concordo com ela. Imagino- me a compartilhar casa com a Dalila e seria realmente impossível de manter um bom ambiente com a personalidade conflituosa que aparenta ter.

«O João para mim é um menino»

Não há quem aguente viver com uma pessoa assim por muito tempo, ela já escreveu o seu jogo e não está minimamente esforçada para manter um bom ambiente sem confrontos entre colegas. Mas claro já se enfiou na cama do agricultor e o rapaz, (sim rapaz, o João para mim é um menino) que já caiu na manipulação de quem se atira com todas as garras ao seu objetivo.

Algo me diz que quem não vai ficar feliz é a família dele. Para mim pode até ser um início de uma relação. Mas que não vai durar muito.

A máscara de Mafalda

António diz que Ana Paula tem uma máscara. Que desde o o primeiro dia demonstra não gostar do campo. E as tarefas são sempre feitas devagar devagarinho. Que devia pelo menos dizer que ficava em casa a tratar da casa enquanto eles iam para o campo. Aiiiiii António, afinal procuras o amor ou uma governanta? Que machismo.

Não se define uma mulher ou só se encontra o amor obrigatoriamente numa mulher que tenha que gostar do campo ou do trabalho em casa. Credo. E toda a semana foi em torno deste assunto, além das bocas da Susana a respeito dessa personalidade da Ana Paula! (porque nem toda a gente precisa ter habilidade para casa) Até o agricultor me decepcionou sempre a bater na mesma tecla. Que mentalidade do século passado.

Andreia visita a Quinta e tenta arrancar do agricultor o que lhe vai em pensamento em relação às três senhoras. E diz ele que procura uma mulher para ir viver à beira dele para isso precisa ser tranquila e gostar do campo. E a mais que se adequa à ele entre as três é a Neuza.

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Andreia quando se reúne com Neuza faz questão de dar um impulso em forma de sussurro ao ouvido sobre o interesse do agricultor para com ela. Pode ser que ela ganhe mais confiança e dê uns passos mais largos na conquista do agricultor

Mafalda fica totalmente surpresa quando vê o Ricardo aos beijos às galinhas e fica encantada porque nunca imaginou elas gostarem de miminhos. Até piavam a pedir mimo e só se calavam com os beijos do porta chaves. E aproveitou para lançar que tomara o Ricardo gostar do colo dela tal como o coelhinho que tinha no colo.

No momento que tinham que guardar os cavalos chega a desestabilizada da Mafalda e Ricardo pela primeira vez elogia-a. Diz que ela até pode ter uma energia tresloucada mas é essa energia que lhe faz alegrar os seus trabalhos no campo. Segundos depois foi mesmo a nossa Mafalda meio louca e eléctrica que consegue meter ordem nos cavalinhos e enviá-los diretamente para as boxes.

O atrevimento de Mafalda

Chega finalmente o dia tão esperado e Ricardo vai ensinar as suas meninas a montar o porta chaves. Ela pede ao seu chefinho que a deixe usar um casaco cheio de brilhantes e ele recusa por ser muito valioso, bordado a ouro e prata. Ela responde que ele um dia ainda lhe vai pedir para o vestir ! Nem que seja…

E fez silêncio não acabando a frase… Beeem aqui fica na imaginação de cada um, mas o agricultor entendeu e pareceu agradar-lhe a proposta lançada ao ar de forma discreta… Ela ainda insiste dizendo-lhe para imaginar o seu casaco especial, vestido na mulher especial, no seu cavalo especial. Ele só se ria. E é impossível não rir com esta mulher.

No momento de equipar o seu porta chaves e apertar uma fivela Mafalda muito desenrascada e entusiasmada passa por baixo do cavalo. Ricardo até meteu as mãos na cabeça. Diz para as câmaras que a Mafalda faz coisas que não lembra a ninguém.

«Adoro esta Mafalda»

Tal como quando descobre o cabeçalho do cavalo faz dele uns colares que mete ao pescoço, desfilando a nova tendências das bijouterias do campo. Adoro esta Mafalda. Acredito que conviver com ela nesta experiência é de certeza passar o dia inteiro a rir.

Chega o grande momento e a Mafalda mais uma vez nos proporciona momentos hilariantes. A subida para o cavalo não foi uma tarefa nada fácil. Em cada frase que dizia era uma piada tão dela. Dizia ela que estava tão envergonhada e que se ia embora e dedicar-se às limpezas.

Lá o chefinho a ajudou a subir que ela deu lhe permissão para lhe tocar no seu corpo. E parecia uma criança toda feliz lá em cima quando o seu chefinho lhe cortou a felicidade pedindo-lhe para descer, que tinha que aprender a subir sozinha.

Lá a muito custo, tentou e conseguiu. De tão contente mais parecia estar a nadar em cima do cavalo com tantos movimentos de tão empolgada. Ricardo muito paciente, tentava ensinar-lhe a comportar-se e a manter a postura em cima do cavalo. Mas Mafalda não é fácil de amansar.

«O chefinho quer me Castrar a felicidade»

Mafalda tentou explicar lhe que era de estar em êxtase de tão feliz.. Mas com tanta chamada de atenção lá desabafa ela para a câmara… «O chefinho quer me Castrar a felicidade»
Lá acalmou e já parecia outra. Quando se lembrou que o seu chefinho sente-se um só quando monta, usou-se dessa lição para sentir o cavalo… E finalmente cavalgou de forma tranquila.

O Ricardo de dia para dia mostra não ter mão nela, mas está cada vez mais encantado. Sandra já passou a atriz secundária. Às vezes nem sinto a sua presença. Aquele casalinho enche o ecrã e escreve todo o guião sozinho.

Os trabalhos da quinta da Catarina continuam complicados e difíceis para os modelos de passerelle. O Daniel é o mais resmungão e gabarolas. Aquela química com a Catarina de picanços constantes tornam os momentos tão caricatos. Ela até chega a ser mais exigente com ele e nunca o elogia. No corte das unhas foi um exemplo disso. Claro que o gabarolão termina o serviço a auto elogiar-se.

«Achei um pouco saturante as constantes explicações da Catarina»

E a Catarina só revirava os olhos e suspirava com tamanha falta de jeito. Ele próprio assume que só gosta de trabalhos fáceis. Na ordenha manual das cabras, achei um pouco saturante as constantes explicações da Catarina e as reclamações do Daniel. Já se torna repetitivo.

Daniel Daniel já era tempo de te esforçares. Ouve, concentra-t, e faz o que a Catarina te pede, SEM RECLAMAR. Diz querer ganhar um date com a sua Catarina, mas assim não vai lá , só dando desculpas que as cabras estavam secas.

Ganhou então o Ricardo, tendo a oportunidade de conquistar a agricultora no date. Será que os olhos da Catarina vão começar a brilhar noutra direcção?

A ver vamos. Até para a semana…

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