“A Máscara”: Revelada a identidade do Polvo. Famosa “contente e triste ao mesmo tempo”

O programa “A Máscara”, da SIC, tem menos um famoso em competição. No caso, uma famosa: a cantora e atriz Soraia Tavares era a figura pública que se escondia por detrás do disfarce de Polvo.

09 Jan 2022 | 16:04
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No programa “A Máscara” transmitido, este sábado, 8 de janeiro, pela SIC, foi desvendada a identidade da celebridade que se escondia por detrás do Polvo: Soraia Tavares. Os investigadores César Mourão, Carolina Loureiro, Sónia Tavares e Jorge Corrula já desconfiavam de que se tratava da atriz.

“Uma voz inconfundível. Finalmente, Soraia, de repente, tens uma cara e uma voz“, afirmou João Manzarra, o apresentador de “A Máscara”. “Estou contente e triste ao mesmo tempo… Primeiro, estou contente, porque estive aqui ao lado de uma pessoa de quem gosto muito e que não conhecia [João Manzarra], e depois estou triste porque não gosto de perder“, começou por dizer a atriz, que revelou ainda qual o maior desafio que enfrentou ao participar no programa da SIC: “Foi cantar canções que gostava muito e ter de modificar a voz”.

Nesta temporada de “A Máscara”, já foram revelados os seguintes famosos: Bárbara Guimarães (Gata), Jorge Fonseca (Cachorro Quente), Tino de Rans (Orangotango), Carolina Patrocínio (Gafanhoto) e Luana Piovani (Rainha da Copas). Estão ainda em jogo o Cato, o Galo, o Esqueleto, o Viking e os Cisnes.

 

Soraia Tavares fala sem pudores de racismo na escola e em televisão

 

Em agosto de 2019, Soraia Tavares esteve à conversa com Fátima Lopes, no programa da TVI “Conta-me Como És”, numa entrevista que começou com a jovem a abordar o início de carreira e o orgulho que sente pela mãe, Joana Tavares.

Questionada sobre se teve algum problema relacionado com o racismo, Soraia Tavares respondeu: “Sempre fui a única preta da turma. Uma vez passei-me porque me chamaram de [Yannick] Djaló. Queriam instituir que eu seria o Djaló da turma. Que seria a minha alcunha. Eu passei-me. Mas eu não sinto que vivi muito as situações de racismo. Já vivi algumas mas sempre senti que os meus colegas gostavam de mim. Os meus colegas nunca me puseram de parte. Na escola de teatro ainda me senti mais valorizada. As pessoas diziam ‘Adoro a tua pele, és tão bonita’”.

 

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Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

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