Revelada a causa da morte de Pedro Lima! Ator ainda estava vivo quando caiu à água

O resultado da autópsia ao corpo de Pedro Lima determina que este morreu vítima de um afogamento. Ou seja, o ator ainda estava vivo quando caiu à água, na praia do Abano, no Guincho, Cascais.

23 Jun 2020 | 20:12
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Foi revelada a causa da morte de Pedro Lima. O resultado da autópsia ao corpo do ator, de 49 anos, indica que este morreu por afogamento. Ou seja, o companheiro da ceramista Anna Westerlund ainda estava vivo quando caiu ao mar na praia do Abano, no Guincho, Cascais, no passado sábado.

A estrela da ficção da TVI tinha vários golpes na carótida e no abdómen e terá caído ao mar na sequência de um desmaio, sublinha o Correio da Manhã, que avança a notícia.

A última homenagem à estrela da ficção da TVI foi prestada esta terça-feira, 23 de junho, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, e a mulher de longa data do ator não conteve as lágrimas no discurso que fez no fim da cerimónia fúnebre. Com a voz tremida e muito arrastada, a ceramista começou por dizer que conheceu Pedro Lima numa «festa espanhola». No dia seguinte, os dois foram à praia e o ator acabou por se declarar àquela que viria a ser a mãe de quatro dos seus cinco filhos: «Acho que és a mulher da minha vida.»

 

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Anna Westerlund e Pedro Lima estavam juntos há quase 20 anos e planeavam casar-se em 2021, no ano em que assinalavam duas décadas de relação e em que o ator completava 50 anos de vida. «Quando se juntam duas almas como as nossas, não precisamos de nenhum papel a prová-lo», mencionou a ceramista, de lágrimas nos olhos.

A companheira de Pedro Lima confessou ainda que foi o ator quem a «ensinou a ser mãe» e que a ajudou a construir-se enquanto mulher e artista. «Foi o pai mais orgulhoso e dedicado que já conheci. […] O património afetivo enchia-lhe o peito de ar […] Tive a sorte de viver a mais bonita história de amor que alguma vez imaginei», terminou, garantindo que a «força» de Pedro Lima permanecerá consigo e que a «história de amor que tinham vai durar para sempre.»

No final, ouviu-se um aplauso no local que se estendeu por largos segundos.

 

 

Texto: Dúlio Silva e Mafalda Mourão; Fotografias: Arquivo Impala

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