Alma e Coração: Saiba tudo sobre o primeiro episódio!

Esta segunda-feira, dia 17 de setembro, estreia a nova aposta da SIC e o primeiro episódio promete deixá-la colada à televisão.

17 Set 2018 | 20:14
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Esta segunda-feira, dia 17 de setembro, estreia a nova aposta da SIC e o primeiro episódio promete deixá-la colada à televisão com emoções fortes e situações surpreendentes:

Há 20 anos, Benedita (Cláudia Vieira) rega a casa de Albano (Rui Madeira) com gasolina. Muito nervosa mas decidida, pega fogo à casa.

Benedita conduz, desesperada, pelas ruas do Porto. Tenta controlar-se perante a decisão que tomou. No banco de trás ouve-se um bebé. Entretanto, a casa de Albano arde e várias pessoas assistem, apreensivas. Os bombeiros chegam e tentam combater o fogo.

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Muito nervosa, Benedita pára o carro em cima da ponte da Arrábida e tenta ganhar coragem para levar em frente a difícil decisão que tomou.

Mais tarde, Albano, que não estava em casa, sofre um acidente violento num cruzamento. É abalroado por um camião e o seu carro capota. Uma testemunha fala ao telefone, horrorizada. Chegam os carros da polícia e do INEM, mas já é tarde de mais.

Já no hospital, uma enfermeira entra no bloco operatório com uma caixa que transporta um coração. Júlia (Soraia Chaves) está preparada para receber o transplante de coração.

Na mesma altura, os polícias encontram o carro de Benedita parado na ponte. Verificam que o carro está vazio e encontram um brinquedo de bebé. Comunicam pela rádio um possível suicídio.

Seis meses antes…

Seis meses antes, Gonçalo (Ricardo Pereira), Francisca (Dânia Neto), André (Afonso Pimentel) e Benedita divertem-se num iate, no Mediterrâneo. Mergulham no mar e desfrutam do luxo da embarcação. Por eles ficavam ali para sempre.

Pouco tempo mais tarde, chegam a Portofino. É dia de festa na aldeia. Francisca está maravilhada com o local. Gonçalo admite que sente inveja do trabalho de André. Este recorda-o que não é rico, simplesmente leva os barcos de gente rica de um lado para o outro.

Durante a festa em Portofino, os amigos divertem-se. Benedita recorda, nostálgica, os pais por estar grávida. Está decidida a ter o bebé e planeia contar tudo a André quando chegarem à Grécia.

Mais tarde, Benedita vê uma estrela cadente e André sugere que ela peça um desejo. Ali chamam ao fenómeno Lágrimas de São Lourenço. Beijam-se apaixonados e ficam a ver o fogo de artifício.

Caminhando pela festa, André conduz os amigos até uma casa e informa-os que chegaram ao destino. Batem à porta e vem um segurança recebê-los.

Já dentro da casa de Giacomo, os amigos estão maravilhados com a festa temática que decorre ali. Giacomo aproxima-se e abraça André. Este apresenta logo os amigos, em especial Benedita, por ser a sua namorada. Enrico leva os sacos deles e olha com cumplicidade para André. Giacomo é acolhedor com eles e leva o grupo para a festa.

Num barco, Enrico e outro homem destrancam uma porta e mandam várias raparigas saírem. Elas estão muito assustadas. De seguida, as raparigas são encaminhadas para um semi-rígido e uma delas pergunta para onde as estão a levar. Quer saber dos documentos e Enrico responde que os passaportes estão consigo para não se perderem, tratando-as com brusquidão.

Na manhã seguinte, Benedita acorda num quarto luxuoso e estranha não ver André. Veste-se e sai decidida à procura dele. Vai espreitando para dentro dos quartos e vê várias pessoas a dormir. Vê Bruna a sair da casa de banho com a cara inchada e cheia de nódoas negras. Assustada, pergunta o que lhe aconteceu e Bruna avisa-a para fugir dali enquanto pode e para não confiar em ninguém.

Num terraço, Benedita quer saber a verdade e André admite que traz mulheres emigrantes ilegais para Itália a troco de dinheiro. Estas mulheres são obrigadas a prostituírem-se. Benedita fica estarrecida e apesar de André explicar que lhe pagam muito dinheiro não aceita que ele faça isso. Vira costas e André pede-lhe que fique calada pois há mais pessoas envolvidas, inclusive pessoas que ela conhece.

Em Portugal, o telefone de Albano toca. É André a avisar que Benedita descobriu tudo mas ainda não sabe que o avô também faz parte da rede de tráfico de mulheres. André pede-lhe que fale com a neta pois ela quer ir à polícia contar tudo.

Benedita aluga um carro e fala ao telemóvel com Albano. Conta-lhe o que descobriu e pede ao avô que lhe compre um bilhete de avião. Este assente mas pede-lhe que não fale a ninguém do que viu em casa de Giacomo. Fica furioso ao saber que ela já falou com a polícia. Desliga e liga a seguir a Giacomo.

Mais tarde, perto duma falésia, os homens de Giacomo tiram Benedita da bagageira do carro. Ela está muito maltratada. implora pela sua vida mas eles não respondem e levam-na até à ponta do precipício.

Lá em baixo, um pescador prepara-se para lançar as redes ao mar quando ouve um barulho. É o corpo de Benedita a cair na água que emerge e fica a boiar.

André fala com Giacomo e quer saber se Benedita está viva. Este declara que ele deve preparar-se para enfrentar Albano pois foi uma decisão difícil de tomar. André revela que Benedita estava grávida mas Giacomo não se comove.

Benedita sobrevive

Benedita dá entrada no hospital e um dos enfermeiros afirma que ela foi encontrada por um pescador, sem documentos. Os médicos observam-na e tratam as suas lesões, sem grande esperança que sobreviva. Subitamente, ela começa a respirar e todos ficam aliviados. O pior já passou.

Benedita é trazida por paramédicos num avião militar para Portugal. Está em coma e Albano e André acompanham a operação. André declara a Albano que não sabia que ela estava grávida.

Durante meses, Benedita, em coma, é tratada por uma equipa médica e a sua barriga vai crescendo normalmente. Albano fala com o médico, não percebe como é que a gravidez continua com ela em coma e dá indicações para que desliguem as máquinas de suporte de vida, depois do bebé nascer.

Quando menos esperam, Benedita acorda do coma. Francisca fica petrificada tal como Albano. A médica tenta acalmar Benedita que está muito confusa. Nesse momento, ela entra em trabalho de parto e as águas rebentam. Enquanto está em trabalho de parto, Benedita recorda em flashes tudo o que aconteceu em Itália. Dá à luz uma menina.

Uma semana mais tarde, já em casa, Benedita revela ao avô que sabe muito bem o que lhe aconteceu. Culpa André e quer ir à polícia fazer queixa. Albano tenta fazê-la desistir da ideia e sugere-lhe que trate da filha mas ela não consegue.

Benedita está revoltada com o avô por este não a defender e quer que se faça justiça. Albano sai e deixa o telemóvel esquecido. Quando o telefone toca, Benedita vê o nome de Giacomo no telemóvel do avô e percebe que este faz parte da rede de tráfico.

Em casa de Albano, Benedita entra na cozinha e despeja gasolina pela casa toda. A seguir vai para a sala e, nervosa, acende um fósforo e deita fogo à casa. Sai apressada. Com a casa a arder, Benedita entra no carro e olha para a filha na alcofa. Declara em voz alta que espera que um dia ela a perdoe por tudo.

Benedita abandona a filha à porta de um lar de acolhimento. Chora de tristeza enquanto um padre leva a bebé para dentro da instituição. O seu telemóvel toca mas ela não atende a chamada do avô.
Albano atira o telemóvel para o banco do carro, cheio de raiva. Pára num semáforo para deixar passar uma ambulância. Lá dentro, vai Júlia ligada a um monitor cardíaco. O paramédico conforta-a dizendo que por estar numa situação tão grave está em primeiro na lista para transplante. No entanto, Júlia acha que é o seu fim.

Desorientado, Albano conduz enquanto atende uma chamada de André. Acelera e é atingido por um camião. O seu carro capota e o camião tomba com a violência do embate.

Na ponte da Arrábida, um agente da polícia dá indicação para tirarem o carro de Benedita dali. Não sabem do condutor e há uma equipa de buscas à procura do corpo no rio.

No terminal ferroviário, Benedita está decidida a desaparecer. Corta o cabelo e pinta-o de outra cor. Chora e deita a sua identificação fora no lixo. Ao fazê-lo, deixa cair uma fotografia sua com os pais e fica ansiosa.

No autocarro, uma senhora conversa com Benedita que já tem outro visual. Esta intitula-se de Diana e afirma que não é dali e que só veio ao Porto passar uns dias. Da janela, Benedita vê o aparato na ponte e o seu carro a ser rebocado.

Fotos: D.R

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