Amigos DESPEDEM-SE de Jô Caneças: «Estava febril e, por isso, não conseguiu viajar»

Cláudio Ramos foi um dos amigos próximos da socialite, que sucumbiu a um cancro, que se despediu publicamente da mulher de Álvaro Caneças. Outros revelaram pormenores sobre os seus últimos dias.

05 Mar 2019 | 9:50
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Jô Caneças não resistiu ao cancro contra o qual lutava há vários meses, primeiro no pâncreas e entretanto alastrado a outros órgãos vitais. A socialite morreu, esta segunda-feira, aos 66 anos, uma notícia que levou várias figuras públicas a prestar uma última homenagem à amiga.

Cláudio Ramos, por exemplo, acompanhou de perto a luta da mulher do empresário Álvaro Caneças. Os dois eram amigos e o apresentador dava sempre notícias do estado de saúde de Jô. Nas redes sociais, recordou a sua alegria: «A alegria em pessoa. A verdade a que não estávamos acostumados. A minha amiga Jô. A mulher do Álvaro.»

Flávio Furtado lembra que Jô Caneças vivia a vida de maneira muito intensa. «Até um dia, minha querida Amiga… até um dia. Sei que gostava tanto de viver, sei que lhe custou tanto partir.»

Cinha Jardim também fez questão de prestar uma última homenagem: «Minha querida Jô… vai fazer-nos muita falta».

Duarte Siopa escreveu: «O tempo passa rápido e nós vamos voltar a rir muito, tenho a certeza disso!»

Em declarações ao site da VIP, Teresa Pinto Coelho, grande amiga de Jô Caneças, lamenta a partida de «uma grande mulher». «Foi uma lutadora, mesmo doente continuava sempre agradável. É uma amiga que se vai. Era uma grande senhora, que tratava muito bem os amigo», declarou, abalada.

Maria José Galvão de Sousa também acompanhou a amiga Jô Caneças nesta luta e recorda o sorriso genuíno da mulher do empresário. «Era uma grande amiga, com uma personalidade muito forte, sabia bem o que queria e o que não queria. Era única. Nunca perdeu a alegria, mesmo nesta última fase. Pensou sempre que houvesse uma cura para a doença. Estive com ela recentemente e ela falava que queria ir para Espanha para fazer outro tipo de tratamentos porque sentia que já não estavam a funcionar», lembrou, emocionada.

«Nos últimos dias, estava febril durante noite e, por isso, não conseguiu viajar. Contudo, eu ia lá durante o dia e ela apresentava a mesma cara, o mesmo brilho nos olhos… Nunca teve a imagem de uma pessoa que tinha o problema que teve. Nunca lhe ouvi um ‘ai’. Atualmente, estava a medicação para conseguir suportar as dores», acrescentou.

O funeral da mulher de Álvaro Caneças realiza-se esta terça-feira, dia 5 de março, às 15 horas. Uma hora antes, acontece a missa de corpo presente, na Basílica da Estrela. Jô Caneças será sepultada em Benfica.

 

Texto: Ricardina Batista | Fotografias: Impala

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