“Amor eterno”: Luís Figo quebra o silêncio sobre a morte da mãe e divulga emotiva imagem

Luís Figo partilhou uma fotografia em que a sua mão surge pousada em cima da da mãe, que morreu, esta segunda-feira, depois de vários dias internada.

18 Fev 2021 | 8:02
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Luís Figo recorreu às redes sociais para prestar uma homenagem à mãe, Maria Joana, que morreu esta segunda-feira. A progenitora encontrava-se internada num hospital em Lisboa em “estado vegetativo” e em “hemodiálise permanente”, tal como a NOVA GENTE avançou em primeira mão.

O antigo futebolista português partilhou, esta quarta-feira, 17 de fevereiro, na sua página de Instagram, uma imagem a preto e branco na qual é possível ver a sua mão pousada em cima da da progenitora. Na legenda do registo fotográfico, Luís Figo escolheu duas palavras singelas, que simbolizam o amor de mãe e filho. “Amor eterno”, escreveu, acompanhado de um emoji em forma de coração vermelho.

Quando o estado de saúde da mãe se agravou, o ex-atleta, de 48 anos, acompanhou de perto toda a doença da progenitora, efetuando viagens frequentes entre Lisboa e Madrid, onde vive atualmente com a mulher, a modelo sueca Helene Svedine, e as três filhas: Daniela, de 21 anos, Martina, de 18, e Stella, de 16.

Ainda que o agora empresário sempre tentasse manter algum recato em relação à sua vida pessoal, foram algumas as vezes em que Luís Figo se fez acompanhar pela mãe a eventos públicos, nos quais a senhora chegou a mostrar-se orgulhosa das conquistas do seu único menino.

Em 2001, durante uma homenagem ao jogador no Funchal, num jogo frente à seleção de Andorra, a mãe do então número 7 das Quinas afirmou: “Estou muito emocionada, muito nervosa pelo que aconteceu com o meu filho. Não só como jogador, mas como pessoa”. Depois, revelou o que sentia ao ouvir o nome do filho ecoar pelas bancadas: “Fico sem palavras e a tremer”.

Em 2010, um ano depois de Luís Figo ter pendurado as botas, Maria Joana acompanhou o filho numa visita à Kidzania, à margem do evento organizado pela fundação do craque para assinalar o Dia da Criança, e recordou que o seu menino “sempre foi muito bem-comportado, só não era muito de comer, nunca tinha apetite”.

 

Texto: Alexandre Oliveira Vaz com Tiago Miguel Simões; Fotos: reprodução redes sociais

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