Ana Marques vive quadra festiva com «Natal fingido». Saiba porquê!

O duo de madrugadores da SIC recebeu a TV 7 Dias no estúdio do Alô Portugal para festejar a quadra mais doce do ano. Os comunicadores falam sobre o formato que conduzem e como será este Natal.

24 Dez 2019 | 13:00
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É já a 29 de dezembro que esta dupla de apresentadores comemora o seu primeiro ano de união no ecrã. «Começámos com uns especiais, antes da estreia da Cristina. Foi aí que nos juntámos e fizeram-nos o casamento», diz, animada, Ana Marques.

A verdade é que este duo, que se iniciou na apresentação da SIC, há 27 anos, na condução do boletim meteorológico, estava longe de imaginar que quase três décadas depois iria despertar os portugueses com o matutino Alô Portugal. Apesar das «olheiras», Ana Marques afirma que este formato, que não excede uma hora de emissão, é uma excelente plataforma para fidelizar os telespectadores para a restante programação da SIC: «Eu gosto imenso deste horário. É um horário difícil para conquistar em termos de audiências, mas muito desafiante e interessante», sublinhou a apresentadora, enquanto José Figueiras reforça: «Este é um horário de engrenagem. As pessoas estão a começar a ligar as televisões. Começámos a criar uma clientela fiel e fidedigna. As pessoas continuam a participar.»

Num mês de comemorações, José Figueiras e Ana Marques já vivem imbuídos do espírito natalício. No sapatinho pedem «muita saúde» para este formato, por forma a que no próximo ano continue a proporcionar bons momentos televisivos. Mas estes não são os únicos desejos dos apresentadores. Neste Natal, sonham com uma noite em família e rodeados de amor. «Este é um Natal com um sabor diferente, com a vinda dos meus filhos, que estão a trabalhar fora. Esse é o melhor presente que poderia receber», teceu o apresentador, com um brilhozinho nos olhos, prosseguindo: «Eles vêm cá e vamos passar a noite em casa da Eva [N.R.: ex-mulher de José Figueiras e mãe dos seus filhos].»

Longe de Christopher, de 23 anos, e Stephanie, de 25, durante o resto do ano, José Figueiras conta como aprendeu a lidar com a separação. «O meu filho vive atualmente em Munique e ela em Paris. No início mexeu comigo, mas depois começo a pensar que a distância não é tão grande como se os filhos estivessem em Trás-os-Montes e fossem trabalhar para Lisboa, mas não deixa de ser cada um num cantinho. Vamos estar juntos os quatro e no dia a seguir com a minha mãe, vai ser um Natal muito acolhedor, muito pequenino e muito nosso.»

Já Ana Marques, com duas filhas de dez anos, revela que esta quadra é vivida intensamente. «Não somos muito rápidos a fazer a árvore de Natal e como fazemos tudo igual à tradição, exceto a árvore de Natal, que é reaproveitável, tiramos praticamente um dia de um fim de semana para fazer a árvore e o presépio com musgo. É um dia de acontecimento familiar. De resto, tento comprar os presentes o mais cedo possível e não exagerar e comprar coisas mais úteis», relatou, sublinhando ainda que no dia da consoada não pode faltar na mesa peru.

«É enfeitado, primorosamente, pela minha mãe, e às tantas está tão bonito e enfeitado que ninguém tem coragem de o trinchar. E ficamos sempre a fazer concursos com uma tesoura de aves para ver a quem é que calha trinchar o peru.» O Natal da apresentadora é passado em sua casa, em Lisboa. No entanto, dias depois, a profissional da SIC continua a festejar esta quadra com aquele que designa de «Natal fingido». «Reunimo-nos na casa dos meus pais, onde sempre foi o Natal. Acabamos por ir a Setúbal, com outra parte da família, para o que chamámos de Natal fingido, que é a repetição do mesmo, com mais crianças. É muito engraçado e divertimo-nos imenso», rematou.

Textos: Telma Santos; Fotos: Marco Fonseca

 

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