Andreia Rodrigues revela segredos dos agricultores que vão emocionar o país

Quem Quer Namorar com o Agricultor estreia este domingo na SIC e, em entrevista, apresentadora levanta o véu sobre histórias dramáticas dos concorrentes.

26 Abr 2020 | 20:10
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Andreia Rodrigues regressa aos serões da SIC este domingo, 26 de abril, para mais uma temporada de Quem Quer Namorar com o Agricultor. A apresentadora levanta um pouco do véu em relação ao que o público pode esperar do programa e revela que há histórias que vão emocionar os portugueses, como a agricultora Catarina que já teve enfrentou uma leucemia, ou o viúvo António, que prometeu à mulher que ia voltar a ser feliz.

Ansiosa pela estreia da nova temporada de Quem Quer Namorar com o Agricultor?
Ansiosa, acima de tudo, para que o público possa ver aquilo que temos preparado, que possa conhecer as histórias e todos os participantes e possamos sair, através da televisão, do confinamento em que estamos, que finalmente se alarguem os horizontes.

O que é que esta edição tem de diferente das anteriores?
Uma das coisas incríveis deste programa é que genuinidade dos novos participantes não é influenciada pelo sucesso das edições anteriores, ao contrário do que acontece noutros formatos. Estes agricultores são autênticos, não vivem para a televisão, são pessoas com vidas simples, que procuram genuinamente participar numa experiência que tem a capacidade de os tirar do contexto de isolamento em que vivem e de lhes trazer alguém especial, com quem possam partilhar uma vida a dois ou constituir uma família.

Depois do programa, as vidas deles vão continuar iguais, ficam as memórias e as emoções vividas. Não há prémios, a grande vitória é encontrar o amor. Mas, tal como acontece na vida, vamos ter momentos felizes, bem dispostos, outros mais tensos, difíceis de gerir. Teremos sempre episódios com muito amor e humor, isso é certo, com paisagens de cortar a respiração. Acredito que público os vai adorar, torcer por eles.

Há alguma história ou algum concorrente que considere que vai ter mais impacto junto do público?
São histórias de vida reais, umas mais difíceis que outras. É impossível não nos comovermos quando temos alguém que chora de saudade, como o António, que prometeu à mulher, antes desta morrer, que faria tudo para voltar a ser feliz. Ou quando temos uma mulher, como a Catarina, a nossa agricultora, que tem sempre um sorriso para os momentos mais difíceis da vida dela, como enfrentar uma leucemia. Ou um pai, que se emociona ao reconhecer que falhou enquanto pai e marido e quer muito voltar a formar uma família para trazer estabilidade à sua vida e à vida dos seus filhos.

Nesta edição, vai haver uma agricultora. Era um desejo da SIC ou foram surpreendidos pela candidatura da Catarina?
Eu gostaria de ter tido uma agricultora desde a primeira edição, até porque as inscrições sempre foram abertas a agricultores e agricultoras. Mas aqui nada é forçado, não há história criadas, portanto, mesmo sendo um desejo conjunto, da SIC da Fremantle e meu, nada poderíamos fazer se não houvesse inscrições de agricultoras. Quando soube que tínhamos uma, fiquei muito feliz.

Houve outras mulheres a candidatar-se?
Não sei. Esses pormenores não passam por mim.

Quantas inscrições tiveram para esta temporada (agricultores e pretendentes)? Foram mais ou menos do que nas anteriores?
Como respondi, anteriormente, não tenho acesso aos números. Mas sei que foram muitas as inscrições no global, superiores às edições anteriores, o que é um ótimo sinal.

«Há fortes conexões logo nos primeiros encontros»

Há algum caso de amor à primeira vista ou os romances vão surgir com o tempo?
Sem desvendar muito, posso dizer-vos que há fortes conexões logo nos primeiros encontros.

O programa estreia no mesmo dia que o Big Brother. O que é que o Agricultor tem de especial que possa convencer os portugueses a verem a SIC em vez da TVI?
A análise das audiências é mais para o mercado televisivo do que para público. O público não vê um programa a pensar no dia seguinte, quando saem os resultados, vê o programa porque quer ver, ponto. E a minha missão é trabalhar para que quem vê possa ver o melhor possível, é isso que me é pedido. Construir um programa a pensar em toda a família, com verdade, emoção, humor, que respeita a autenticidade de cada um e das suas vidas. Cada uma das pessoas que nos estará a ver merece que lhe proporcionemos o melhor entretenimento possível.

Numa espécie de antevisão, quem pensa que irá ganhar nas audiências?
Penso que quem vai ganhar é o público, que vai ter várias opções de escolha. Acredito que temos um programa que mostra o que de melhor temos enquanto país e que, numa altura como a que vivemos, reforça que tipo de coisas são as essenciais nas nossas vidas. É um programa que pode ser visto por toda a família e com protagonistas que o país vai adorar.

Como apresentadora, a questão das audiências preocupa-a?
Preocupa-me aquilo que eu posso controlar, aquilo que depende de mim e por isso tento cumprir o meu papel o melhor possível. A pressão é inerente à profissão que temos, a minha missão é trabalhar para que quem vê possa ver o melhor possível. A primeira audiência é a minha consciência de que fiz tudo o que podia ter feito.

Vai concorrer diretamente com o Cláudio Ramos, um “ex-colega” e que, durante muito tempo, foi uma das principais caras da SIC. O que pensa dele como apresentador?
Precisamente pelas razões invocadas na pergunta, não me vou colocar na posição de fazer essa avaliação.

Mantém o contacto com ele? 
Mantenho o contato que mantinha antes, sempre nos demos bem. A última vez que trocámos mensagens foi aquando da sua saída, mas que ficam entre nós.

«Procuramos criar um universo onde ela se sinta feliz»

Uma vez que o programa já está gravado, como tem passado estas últimas semanas? Está em teletrabalho ou tem ido à SIC?
Estou num modo misto. Saio para o que é necessário.

Com uma filha pequena, esta fase de pandemia e evitar contacto com outras pessoas está a ser difícil de gerir?
Infelizmente, é o que é. Procuro focar-me nas coisas boas e tentar ver o copo meio cheio. Acredito que para quem está a acumular o teletrabalho com o acompanhamento aos filhos em idade escolar seja ainda mais difícil de gerir. Nós procurámos criar dentro de casa um universo onde ela se sinta feliz.

 

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Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: reprodução redes sociais

 

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