Ângelo Rodrigues fala sobre reações ao documentário: «Tenho sentido um uníssono de amor»

Ângelo Rodrigues viu o problema de saúde que sofreu o ano passado ser exposto e esclarecido no documentário Ângelo Rodrigues – Toda a História e falou sobre as reações dos espectadores.

15 Set 2020 | 20:10
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Ângelo Rodrigues foi um dos atores presentes na apresentação da quarta temporada de Golpe de Sorte, na noite desta segunda-feira, 14 de setembro – data da estreia da série na SIC e o dia a seguir à exibição do documentário Ângelo Rodrigues – Toda a História.

Em conversa com o site da TV7 Dias, o ator contou que, em menos de 24 horas, recebeu milhares de mensagens e que ainda não sabe bem como reagir a isso. «Tenho sentido um uníssono de amor generalizado por parte de toda a gente, sem exceção. Guio-me pelas abordagens que tenho tido pessoalmente e pelas abordagens nas redes sociais e tem sido avassalador. Tanto que eu não consigo comportar tanta coisa ao mesmo tempo. Ainda vou precisar de uns dias para conseguir digerir o impacto que o documentário teve. Ainda é muito precoce estar a falar sobre isso, porque ainda estou a perceber o que é que aconteceu», disse.

Ângelo já tinha visto todas as imagens antes de o documentário ter ido para o ar. «Eu tive mão em todos os processos, até na edição. Há um segmento da Jordânia que foi mesmo realizado por mim», contou, revelando qual o seu estado de espírito, agora que toda a verdade foi revelada: «Não estava nada nervoso. Fiquei foi aliviado! Foi um peso que me saiu de cima. Foi um trabalho de um ano penoso e não era sequer a preocupação de como ia ser recebido. Este é o meu testemunho, de um ser comum como toda a gente, e é um testemunho de superação, uma história de renascimento, se vocês quiserem.»

Para Ângelo Rodrigues, este é o fechar de um ciclo. «Não é de todo um masoquismo com propriedade, nem um voyerismo conivente. É só mesmo testemunho de um ser comum. Agora é fechar a porta e seguir em frente».

 

Ângelo Rodrigues volta a integrar a série Golpe de Sorte

Ângelo Rodrigues volta a integrar o elenco da série Golpe de Sorte, que estreou na SIC esta segunda-feira, 14 de setembro. «A expetativa que tenho é que consigamos replicar a aceitação que tivemos noutras temporadas, representando a portugalidade e estas histórias tão portuguesas que retratam pessoas tão humildes. Acho que esse será o nosso gancho para conseguirmos a identificação das pessoas», disse.

Nesta nova história, Bruno, a sua personagem vai viver um triângulo amoroso com a mulher, Jéssica (Carolina Carvalho) e uma nova personagem, Rubi (Mariana Pacheco). «O casamento está tremido, por essa carência afetiva de um casamento duradouro, com uma montanha russa emocional. E isso vai permitir que outra pessoa entre, porque o casamento não está assim tão sólido», conta, levantando um pouco o véu sobre a mulher que o vai fazer ‘tremer’: «É uma escritora que quer iniciar um romance em Alvorinha e o Bruno acaba por ficar encantado com esta ideia romantizada da coisa e acaba por se deixar levar».

«Ele é um pouco ingénuo no que toca aos afetos, mas é bastante expedito e esperto no que toca aos negócios e a ver quem é que se está a aproveitar da mãe», diz, concluindo:

«O Bruno está sempre ficar de pé atrás. O euromilhões já é escasso [risos], porque a D. Maria do Céu tem a mania de ajudar toda a gente e tem de haver uma triagem das pessoas que se aproveitam dela. E o Bruno tem de lhe por as ideias no sitio».

Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Nuno Moreira

 

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