Ângelo Rodrigues revela sofrer de «síndrome de Stendhal»

Ângelo Rodrigues descobriu sofrer de síndrome de Stendhal enquanto viaja pela Jordânia. Aos seguidores, o ator explicou como descobriu sofrer desta doença, que chega a provocar alucinações.

05 Fev 2020 | 18:00
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Ângelo Rodrigues está de viagem pela Jordânia e tem partilhado com os seguidores alguns dos momentos mais marcantes desta experiência. Posto isto, o ator foi alertado por uma seguidora para uma possível doença, uma vez que este revela «alguns sintomas» reflexo do síndrome de Stendhal.

«Descobri que sofro do síndrome de Stendhal. Uma seguidora escreveu-me depois de detectar em mim alguns sintomas. O nome vem de um escritor francês com o mesmo apelido que sofria de uma perturbação após comtemplar os famosos frescos de Giotto, em Florença», começou por revelar o ator.

O síndrome de Stendhal é uma doença que causa vertigens, desmaios, confusão, aceleração do ritmo cardíaco e até mesmo alucinações, quando a pessoa está perante obras de arte de valor exorbitante.

 

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Descobri que sofro do síndrome de Stendhal. Uma seguidora escreveu-me depois de detectar em mim alguns sintomas. O nome vem de um escritor francês com o mesmo apelido que sofria de uma perturbação após comtemplar os famosos frescos de Giotto, em Florença. Ele disse: • “Eu caí numa espécie de êxtase, ao pensar na ideia de estar em Florença, próximo aos grandes homens cujos túmulos eu tinha visto. Absorto na contemplação da beleza sublime… Cheguei ao ponto em que uma pessoa enfrenta sensações celestiais… Tudo falava tão vividamente à minha alma… Ah, se eu tão-somente pudesse esquecer. Eu senti palpitações no coração, o que em Berlim chamam de ‘nervos’. A vida foi sugada de mim. Eu caminhava com medo de cair.” • Estas palavras já me definiram duas vezes: quando passei no Peru para visitar Machu Picchu, e agora em Petra. Talvez porque as duas tenham acontecido no culminar de algum processo de transição na minha vida. • Cada vez mais me convenço de que enriquecer não é o que eu mais quero na vida. Apenas preciso do mínimo para suprir as minhas necessidades básicas e não viver preocupado. São experiências destas que borbulham vida efervescente dentro de mim. E é com a autenticidade delas que vou redefinindo o meu conceito de felicidade.

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Na legenda da fotografia partilhada, Ângelo transcreveu a experiência do referido escritor francês, com a qual o mesmo se identifica.

«Ele disse: “Eu caí numa espécie de êxtase, ao pensar na ideia de estar em Florença, próximo aos grandes homens cujos túmulos eu tinha visto. Absorto na contemplação da beleza sublime… Cheguei ao ponto em que uma pessoa enfrenta sensações celestiais. Tudo falava tão vividamente à minha alma. Ah, se eu tão-somente pudesse esquecer. Eu senti palpitações no coração, o que em Berlim chamam de ‘nervos’. A vida foi sugada de mim. Eu caminhava com medo de cair.”

Estas palavras já me definiram duas vezes: quando passei no Peru, para visitar Machu Picchu, e agora em Petra. Talvez porque as duas tenham acontecido no culminar de algum processo de transição na minha vida», refere.

Perante isto, o ator referiu que são as viagens e o facto de conhecer novos países e culturas que o preenchem.

«Cada vez mais me convenço de que enriquecer não é o que eu mais quero na vida. Apenas preciso do mínimo para suprir as minhas necessidades básicas e não viver preocupado. São experiências destas que borbulham a vida efervescente dentro de mim. E é com a autenticidade delas que vou redefinindo o meu conceito de felicidade», termina.

Texto: Marisa Simões; Fotos: Reprodução Instagram

 

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