Apresentadora do Festival da Canção ACREDITA na VITÓRIA de Conan Osíris

Inês Lopes Gonçalves conta, em exclusivo, toda a experiência na apresentação do Festival da Canção 2019 e mostra-se esperançosa num bom resultado na Eurovisão por parte de Conan Osíris.

09 Mar 2019 | 16:50
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«Foi incrível», começa por dizer Inês Lopes Gonçalves, relativamente a mais uma edição do Festival da Canção. A apresentadora de 5 Para A Meia Noite descreve a experiência como «inacreditável» e elogia os colegas de trabalho, Vasco Palmeirim e Filomena Cautela.

«Já conheço o Vasco há muitos anos. Nunca tínhamos trabalhado juntos em televisão. Aconteceu pela primeira vez e foi muito, muito bom. A Mena também nunca tinha trabalhado com o Vasco, mas acabámos por encontrar ali os três uma linguagem muito comum e, como o Vasco diz, falamos mais ou menos o mesmo ‘parvoêz’. A coisa acabou por funcionar muito bem!», refere.

Inês Lopes Gonçalves esteve encarregue de receber e entrevistar os artistas na Green Room. Nesse espaço, a apresentadora viu muito «companheirismo» entre os concorrentes.

«Aquilo estava a acontecer naturalmente!»

 

«É preciso lembrar que estamos a falar de musicas que não têm nada a ver. musicalmente estão em esferas muito diferentes, mas ali vejo verdadeiro companheirismo. Muitas das coisas que se vêem quando estamos em direto não estavam preparadas. Aquilo estava a acontecer naturalmente!». 

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Relativamente à vitória de Conan, Inês garante que «toda a gente celebrou a vitória dele». O resulta é «sempre uma incógnita».

«Havia um hype (propaganda) gigante à volta dele. De repente, ele esteve em todos os programas, muito pelo lado mais excêntrico dele que chama muito a atenção e faz com que as pessoas queiram tê-lo, entrevistá-lo e falar com ele», afirma.

O rosto da RTP 1 não descarta a possibilidade de ganhar a Eurovisão 2019: «acho totalmente possível».

«Se não tivesse acontecido uma coisa chamada Salvador Sobral, se calhar não estávamos aqui e achávamos que não era possível. Tínhamos a ideia de uma vitória na Eurovisão como algo intangível, que não acontece nunca», remata.

Texto: Inês Borges e André Carvalho/ Fotos: Paula Alveno e Helena Morais e DR

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