Ator de Floribella é sucessor de Regina Duarte no governo de Bolsonaro

Mário Frias é apontado para suceder a Regina Duarte na pasta da Cultura. A atriz saiu do governo de Bolsonaro esta quarta-feira. Argumentou saudades da família.

21 Mai 2020 | 9:02
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Regina Duarte abandonou esta quarta-feira, 20 de maio, a secretária da Cultura do governo de Jair Bolsonaro. A atriz ruma agora a São Paulo, cidade onde vive e vai assumir a direção da cinemateca daquela cidade. Regina Duarte argumentou saudades da família mas a bizarra entrevista que concedeu à CNN Brasil, onde zombou com as mortes que aconteceram durante a ditadura, poderá ter acelerado o processo.

Agora, a imprensa brasileira aponta outro ator para suceder a Regina Duarte: Mário Frias. Os portugueses conhecem o ator, apoiante fervoroso de Bolsonaro, de novelas como Malhação e também da versão brasileira de Floribella. Foi casado com a atriz Nívea Stellman, com quem tem um filho, Miguel, de 16 anos. Atualmente é casado com Juliana Camatti com quem tem uma filha, Laura, de 9 anos.

 

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AQUI É JAIR BOLSONARO!!!!

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Apoiante fervoroso de Bolsonaro, Mário Frias já terá aceitado o cargo de secretário da Cultura, podendo a oficialização da nomeação acontecer esta quinta-feira. Apoiante fervoroso do presidente brasileiro, o ator de 48 anos disse, em entrevista à CNN Brasil, estar totalmente disponível para o cargo.

«Para ser bem direto, o que o Jair precisar, eu estou aqui! Regina é um ícone para mim mas pelo Brasil eu estou aqui. Respeito Jair demais, vejo o Brasil finalmente com chances de ser um país respeitado», disse Mário Frias.

 

A bizarra entrevista de Regina Duarte à CNN Brasil

 

No início do mês, Regina Duarte dava uma bizarra entrevista à CNN Brasil, que ficaria a meio após a então secretária da Cultura ter perdido as estribeiras. Entre outros momentos estranhos, a atriz cantou o Hino da Copa de 1970, uma música conotada com o regime ditatorial. «Não era bom quando a gente cantava isso?», questionou a atriz.  A ditadura militar brasileira, que vigorou de 1964 a 1988, matou quase meio milhar de pessoas. 20 mil foram presos e torturados.

O jornalista, visivelmente constrangido, diz: «foi um período muito difícil, muita gente morreu durante a ditadura…». A sorrir, Regina Duarte diz: «Na Humanidade, não para de morrer. se você falar vida, de um lado tem morte! Sempre Houve tortura… meu Deus, Estaline, Hitler… quantas mortes… não quero arrastar um cemitério de mortes nas minhas costas, sabe? Sou leve, tou viva. Estamos vivos. Para quê olhar para trás? Não vive que fiva quem fica arrastando cordeis de caixões acho que tem uma morbidez neste momento. A Covid está trazendo uma morbidez insuportável, não tá legal!», afirmou na altura.

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Texto: Raquel Costa | Fotos: AG News e redes sociais

 

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