Avassalador: Caixão de Maria João Abreu tinha dezenas de mensagens de famosos

A urna que carregava o corpo de Maria João Abreu foi preenchida por dezenas de mensagens de familiares, amigos e colegas da atriz. Contamos-lhe o que escreveram eles no último adeus à artista.

17 Mai 2021 | 21:00
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Maria João Abreu era consensual. No seu talento e no ser humano em que se foi tornando ao longo dos seus 57 anos de vida. Prova disso foram as suas cerimónias fúnebres, que juntaram, na Igreja de São João de Deus, na Praça de Londres, em Lisboa, centenas de anónimos e famosos para o último adeus. A urna que carregava o seu corpo também era um reflexo da unanimidade da atriz, tantas eram as assinaturas nele deixadas.

Esta foi a forma singela encontrada por familiares, amigos, colegas e populares de homenagear Maria João Abreu antes de o seu corpo ser cremado no Cemitério do Alto de São João, também na capital. Com uma caneta de tinta preta, os admiradores da atriz marcaram o amor que por ela tinham e continuarão a ter no caixão que guardava o seu corpo. E as frases lá escritas simbolizam o consenso que a artista gera: Maria João Abreu era “uma grande atriz e uma grande mulher”.

 

As mensagens de Maria do Céu Guerra e Liliana Santos para Maria João Abreu

 

Muitas outras declarações de amor puderam ser lidas na urna da estrela da SIC. Maria do Céu Guerra, por exemplo, deixou uma garantia por escrito: “Nunca mais ninguém te esquecerá”. “Até sempre”, grafou apenas Marina Albuquerque. “Beijo na tua alma linda”, apontou, por sua vez, Liliana Santos. “Teria sido um prazer ser tua nora. Um beijo do tamanho da tua generosidade”, gravou Teresa Macedo.

Outras tantas não foram assinadas. “Para o amor há sempre tempo”, “O céu agora tem mais luz! Ate já!”, “Uma longa e demorada salva de palmas para ti”, “És e serás sempre uma estrela”, “Ficarás para sempre na memória de todos. Muito obrigado por tudo”, “Não sei, mas amo-te e acredito” e “João, o toque da tua mão vai ficar entre nós” servem de exemplo. Uma outra resume na plenitude o amor que tantos tinham e têm por Maria João Abreu: “És luz. Ilumina-nos”.

Percorra a galeria e veja as imagens das mensagens escritas na urna.

Maria João Abreu morreu quase duas semanas depois de ter dado entrada no Hospital Garcia de Orta, em Almada, não resistindo às complicações provocadas pelo rompimento de um aneurisma.

 

Texto: Dúlio Silva; Fotos: Nuno Moreira, Tito Calado e Zito Colaço

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