BB à Primeira Vista: «O Cláudio Ramos não tem traquejo. A Teresa sabe manter a postura»

Liliana Oliveira está de regresso às crónicas semanais e prepare-se para um início explosivo. Os momentos mais alto, mais baixos, os elogios a Teresa e as críticas às «personagens do programa».

14 Set 2020 | 19:30
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Olá, olá! Cá estou eu de novo, mas desta vez para analisar os melhores e piores momentos do Big Brother – A Revolução (BB). Claro está que não poderia deixar de começar esta crónica sem destacar a Teresa Guilherme, a diva dos reality shows em Portugal.

Para mim, aquilo que marca este BB foi a apresentação e a euforia de toda a gente ao recebê-la. Aquela mulher nasceu para isto e a emoção transmitida por toda a gente e como  ela dirigiu logo a primeira gala, marca a carreira dela e mostra o quão boa ela é naquilo que faz.

Fãs preferem Cláudio Ramos

 

Tenho lido que muitas pessoas preferem o Cláudio Ramos na condução do programa. Mas como? Porquê? Não concordo! Se repararem, a Teresa meteu os concorrentes logo na ordem num primeiro momento e eles em momento algum lhe levantaram o tom de voz e jamais agiram como bem lhes apraz. Souberam respeitar. O Cláudio na primeira gala teve de andar aos gritos para se fazer ouvir e a Teresa não precisa disso. Eles respeitam-na só por aquilo que é e isso é visível. Venha quem vier. São factos e é visível.

Óbvio que são os dois muito bons profissionais, mas para áreas diferentes. Numa apresentação de um reality show deste calibre, o Cláudio não tem traquejo, talvez por falta de experiência, ainda é muito verde. Ele esteve muito bem, foi-se soltando ao longo das galas, mas sem dúvida que a Teresa saber manter a postura desde o primeiro momento.

 

As verdadeiras personagens deste BB

 

Não consigo esconder, nem através da escrita, aquilo que acho da Jéssica e da mãe, Sandra. Que personagens… A fadista “não diz pão”, aquilo até faz doer. Quanto à mamã… Nem sei bem que diga… Não quero ser maldosa, mas ela tem falta de postura.

E aquele André Filipe?! Meu Deus do céu… O que é aquilo? Aquilo “nem é carne nem é peixe”. Não consigo perceber. Assim como não consigo perceber o Michel. O que é que ele vai fazer para ali? Se  calhar foi arranjar mais um “contadito”. A Joana é uma beta de Cascais, mas que na realidade é uma menina fútil. Quer parecer uma coisa que não é e, na realidade, acaba por ser uma miúda banal que foi ali para mais um momento de diversão. Óbvio que eles não têm futuro como casal. Aquilo é para uns encontros imediatos de terceiro grau de uma noite e mais nada.

É óbvio que ambos sabiam que iriam entrar. Podem alegar que não, que foi tudo uma coincidência, então por que é que iriam falar no casting sobre um do outro se não soubessem que iriam entrar? Não se faz um casting e se fala deste ou daquele se ele não fosse entrar. Mais uma vez nota-se que há ali algum jogo de interesses por parte da produção para colocar dois participantes que já se conhecem na mesma casa. É para ver se cria ali faísca, se aquilo resulta ou não.

Já há “casalinho à vista”

 

Mas nem tudo foi mau em relação aos concorrentes. O André Abrantes parece-me ser uma pessoa com algum bom senso e tem as coisas bem definidas sobre o percurso que quer ter. Na primeira impressão não consigo gostar ali de mais ninguém.

Mas… há sempre um “mas”… Acredito que o André, o cantor, possa ficar interessado na Jéssica, a miúda que se divorciou. Acredito que possa haver algum clique entre os dois.

Ela é uma mulher muito bonita, muito atraente e parece-me que não é uma pessoa vazia. Ela traz aquele silicone todo, mas ela não é uma pessoa vazia. A reação que ele teve quando a viu, foi diferente de quando viu  todas as outras. Vi-o um bocado balançado.

 

Momento mais “baixo” do programa? Aliliana  mãe a filha!

 

Como já referi, não gostei da Jéssica e da mãe dela, a Sandra. O momento delas no confessionário foi deplorável. Aquela senhora não consegue perceber o tempo e espaço. Aquele comportamento de ela não parar quieta e mostrar as cuecas e isto e aquilo… Ela devia ter percebido logo, ao ser chamada a atenção, que devia estar quieta, mas não… parecia que estava a achar piada. Não sei como é que a Jéssica vai aguentar tantos meses dentro da casa… ela tem um olhar e um comportamento estranho…

Esta mãe e  filha são os verdadeiros cromos deste programa.

A Sandra está sempre a falar em inglês. «Oh My God…» Mas porquê? Há necessidade disso? Não entendo… Os outros são portugueses e ela também. Para quê isso?

Momento “mais alto”  de Big Brother – A Revolução

 

O melhor de tudo? Já disse, mas não me canso de realçar: a entrada da Teresa, a vibração e a emoção que se sentiu marcou este regresso dela ao mundo dos reality shows. A Teresa vai fazer com que este seja o BB mais marcante da história. Podemos considerá-lo marcante, pela imponência, por serem os 20 anos. O único que o bate é o primeiro em que o Marco deu o pontapé à Sónia. Mais nenhum! Não há, nem haverá nenhum, que se vá igualar.

Por isso,  o momento mais imponente da noite foi o regresso e a entrada da Teresa Guilherme. É normal que o facto de ter plateia ajudou. O Cláudio não. Era um estúdio frio. Ela já sentiu calor humano.

 

Andreia, o “rato velho”

 

Acho que muita pessoas acharam a gala confusa. Mas eu não achei. Percebo a dinâmica deste jogo. Têm de reparar que a pessoas que foram escolhidas para serem infiltrados e para estarem no jardim vão acabar por criar grupos. Estas personagens que têm personalidades diferentes umas das outras, vão ter de aprender a conviver e tentar a fazer o jogo delas para conseguir o jogo dos outros.

Quem está no jardim vai ter de fazer jogo para entrar na casa, mas de alguma forma, as pessoas que estão no jardim são diferentes umas das outras. Temos o André Abrantes que é uma pessoa de bom senso. Temos uma Jéssica, temos a Carina… Ai a Carina… É uma crianças autêntica. Não sei até que ponto ela não vai criar ali fricção naquele grupo, porque é completamente destravada. Ela não foi muito “à bola” com a Jéssica. Vai haver fricções  e não se vão conseguir unir.

Nos infiltrados… a Andreia está sempre bem, mas é “rato velho”, aquela mulher sabe muito…

 

A “revolução” de Diana

 

Não posso terminar sem antes abordar a entrada da Diana. Ela entrou de gatas na casa. Que fenomenal. Mas não consigo entender o contexto desta mulher neste jogo. Se calhar vai lá tentar ver um ovni.

Acredito que os verdadeiros motivos da entrada dela não sejam os que ela apresentou, mas que possa ser relacionado com o dinheiro. Acredito mesmo que na condição de saúde do marido, ela esteja ali para lhe causar condições mais favoráveis e acho que será esse um dos motivos para ela ter entrado, mas não quis parecer coitadinha… que não é! De todo!!!

A entrada dela vai ser boa para mostrar a realidade das pessoas que andam de cadeira de rodas. Há muita dificuldade nos acessos e é uma realidade que temos e o nosso País não ajuda nas condições. Se ela transmitir isso cá para fora, vai causar um impacto gigante e vai ser bom para todos nós, para percebermos a dura realidade destas pessoas.

Há tantos cuidadores na nossa sociedade que não têm qualquer ajuda. Acredito que nesse aspeto ela pode mostrar essa dura realidade.

Por isto e por muito mais é que vou cotntinuar a ver atentamente esta revolução

Até para a semana. Sempre com o Big Brother – A Revolução em vista!
Crónica: Liliana Oliveira; Fotografia Reprodução Redes Sociais

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