“Big Brother”: Carina e namorado perseguidos por mãe de jovem morto

Um jovem de 23 anos perdeu a vida num acidente de mota onde Carina Duarte tinha a rulote. A mãe do rapaz “desgraçou-nos a vida toda”, diz o namorado da concorrente do “Big Brother”.

30 Out 2020 | 11:50
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Estávamos em outubro de 2018 quando um jovem de 23 anos morreu na Estrada Nacional 108 (EN108), em Gondomar, cidade onde Carina Duarte tinha a sua rulote. A mãe do rapaz tem, desde então, “perseguido” a concorrente do “Big Brother” e o companheiro, Rui. É este quem, agora, conta tudo.

“Aquela senhora desgraçou-nos a vida toda”, revela Rui a uma publicação semanal. A história começou quando aquele rapaz seguia na EN108 de mota. Um carro, que percorria a estrada na direção contrária, virou à esquerda para ir até à rulote de Carina, do marido e dos sogros da participante do reality show da TVI, atravessando-se à frente da vítima.

Na altura, a mãe do jovem disse que faria de tudo para que “mais ninguém morra ali”. “Não quero a cabeça de ninguém (…). Perder um filho desta forma trágica é como ter uma lâmina a cortar-nos o corpo e que nos deixa a sangrar sem parar”, confessava ao Correio da Manhã.

 

“A mãe começou com represálias”, diz o namorado de Carina

 

Carina e a família tiveram de abandonar o local no ano seguinte, depois de uma investigação ter concluído haver várias irregularidades na via em questão. A rulote da nortenha, fonte de sustento de toda a família, estava ilegal.

“A mãe, a dona Ana Soares, começou com represálias e achou que a culpa era nossa. Tínhamos a rulote Zé Manel há 30 anos na EN108 e naquele terreno privado há dez, e acabámos por ter de sair dali por causa deste caso”, revela Rui.

Acrescenta que, quando sairam do local, perderam “imensos clientes”. “Foi um ano muito difícil, com a mudança, a Carina grávida e a senhora a perseguir-nos, mesmo no local onde estamos agora”, acusa Rui à TV Guia.

O marido de Carina explica que, apesar de nunca terem sido oficialmente acusados, a mãe do jovem que morreu “estava sistematicamente a fazer queixa” na GNR. “Pressionava-nos e fomos perseguidos pela senhora. Nunca fizemos queixas porque não queremos entrar em conflito”, garante.

“Já pensei em fazer queixa dessa senhora, por perseguição, pois continua a incomodar-nos no local onde estamos agora, com queixas na GNR e continua a tirar-nos fotografias”, termina Rui.

 

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Texto: Ana Filipe Silveira; Fotografias: Divulgação e reprodução redes sociais

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