Big Brother: Aborto assombra passado de Carina. Jovem de relações cortadas com a família

Carina sofreu um aborto antes de ser mãe. Atualmente, a concorrente de Big Brother – A Revolução não mantém qualquer tipo de relação com a mãe e a presença do pai é quase inexistente na sua vida.

16 Set 2020 | 21:00
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Carina Duarte «teve uma infância difícil», descreve o programa Big Brother – A Revolução na apresentação da concorrente do Porto. Criada pelos avós e pelo pai, a jovem teve, depois, «uma adolescência conturbada», que terminou com um corte de relações com praticamente toda a família, refugiando-se na do namorado. Esta relação tem já um fruto, nascido depois de a nortenha ter sofrido um aborto espontâneo.

Foi a própria participante do reality show da TVI a confirmar estes factos no interior da casa mais vigiada do País. Em conversa com Jéssica Fernandes e Michell Gonçalves, Carina afirmou que a filha foi «pensada» pelo casal, uma ideia ainda mais fortalecida depois de uma gravidez falhada: «Sofri um aborto e disse: ‘Não, agora quero um filho. Esquece lá isso.’»

A jovem tinha 19 anos quando deu à luz uma menina, hoje com dez meses. A relação com o namorado dura há três anos e trouxe-lhe uma nova família, a ponto de, por exemplo, a mãe do companheiro ser para ela uma figura maternal: «Ela é como se fosse minha mãe.»

«Não tenho ligação [com a minha mãe]», revelou, assumindo ser «muito raro» falar com os seus familiares diretos. Mais tarde, em conversa com outros concorrentes de Big Brother – A Revolução, prosseguiu: «A minha mãe saiu de casa tinha eu cinco anos, por isso, eu e a minha mãe não temos propriamente uma relação de mãe e filha. Ela engravidou com 16 anos.»

 

Carina: «Quando sair lá para fora, não tenho pai»

 

Também o pai de Carina não é presente na sua vida. «Houve um afastamento e, quando eu disse que ia entrar aqui… [pausa] Acho que, quando sair lá para fora, não tenho pai», desabafou, já esta quarta-feira, 16 de setembro, a concorrente do reality show da TVI.

Mas a jovem não culpa o progenitor pela distância. «Ele manda-me mensagens do género ‘Filha, está tudo bem? Beijinhos’. Não há aquela presença… Eu não tenho uma relação que gostaria de ter, porque eu fiz tantas asneiras no meu passado… Eu é que fiz a mer**. Se não tenho um pai tão presente, foi porque eu não quis», afirmou, não revelando mais pormenores sobre o que motivou este afastamento.

 

Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Divulgação e reprodução redes sociais

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