Cifrão faz revelações dramáticas sobre os Dzrt

Cifrão, que pertenceu à boysband D’ZRT, revela episódios alucinantes dos tempos áureos da banda.

12 Out 2017 | 13:06
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“A minha personagem tinha 18 anos. Eu tinha 25, já era um homem, já sabia o que queria!”, recorda Vítor Fonseca. “Deu para não me iludir”.

“As pessoas chamavam-nos os piores nomes possíveis”

Os D’zrt foram, entre 2004 e 2009, uma das bandas de maior sucesso da indústria musical portuguesa, tendo vendido, no conjunto de dos três álbuns, 500 mil cópias. Cifrão recorda como, a determinada altura da existência da banda, se tornou praticamente impossível conciliar as gravações de Morangos com Açúcar com as digressões pelo país.

“Tivemos alturas em que nos caía tudo em cima. Houve um verão que foi fenomenal. Gravávamos das oito às oito em Tróia. tinhas cenas de praia, levavas com o sol e tinhas concerto em Barcelos às 22h00. De Tróia a Barcelos não são duas horas, ainda por cima a a estrada é velha. Nós chegávamos duas horas e meia atrasados a alguns concertos, não por culpa nossa mas por culpa das gravações”.

Questionado por Rui Unas sobre como funcionava a gestão da agenda da banda, Cifrão explica:

“Quem marcava os concertos era uma entidade diferente da da novela e a novela não abdicava de gravar connosco. Eles marcavam os concertos na mesma, nós chegávamos e as pessoas chamavam-nos os piores nomes possíveis. A sorte é que, quando subíamos a palco, ficava tudo resolvido”, explica.

O management dos D’zrt estava a cargo da NZ Produções, liderada por Nuno Carvalho. A editora da banda era a Farol, detida pelo grupo da TVI, Media Capital. A produção de Morangos com Açúcar era da responsabilidade da NBP (atual Plural Entretainment), a mesma que executa as novelas da estação de Queluz de Baixo.

Cifrão recorda ainda como, num concerto em particular, a banda se atrasou tanto que o público teve de assistir a uma sessão de cinema improvisada. (Veja mais…)

 

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