Cláudio de Casados sobre FIM DO CASAMENTO«senti que não havia nada do outro lado»

Cláudio e Isabel saíram de Casados à Primeira Vista com uma relação mas, pouco tempo depois, o casamento acabou por chegar ao fim.

07 Fev 2019 | 22:45
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Cláudio Mendes, concorrente do Casados à Primeira Vista, explica a sua versão sobre o fim do casamento com Isabel Fonseca e revela o que, na sua opinião, correu mal. Em entrevista a Júlia Pinheiro, o atleta garante que tentou aproximar-se da noiva, mas que não se sentiu correspondido.

«Quando vi a Isabel achei uma mulher interessante, inteligente, tentei aproximar-me. As coisas até estavam a resultar, começamos por tentar criar uma amizade. Conseguia conversar com ela sobre tudo e ter opiniões sinceras, não havia ali joguinhos. O que aconteceu depois é que a certa altura eu não sentia vir nada de outro lado. Senti que estava a tentar aproximar-me, mas do outro lado vinha pouco. Talvez havia pouco interesse. Ela disse-me que não era o tipo de homem que ela procurava, mas eu não levei a mal. A aparência é importante, mas há coisas mais importantes do que a aparência para quem quer constituir família», declarou.

Cláudio garante que viveu «momentos bons» com a noiva, mas revela que pensou desistir ainda durante o programa da SIC. «O problema foi que eu cheguei a um ponto que sentia que não havia nada do outro lado, na última semana [do programa Casados à Primeira Vista] eu ir desistir, não estava a sentir nada do outro lado», garante.

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«Havia cumplicidade, mas era muito condicionada. A Isabel não queria passar imagens por causa da filha, eu respeitei. Uma das decisões de continuar foi porque a Isabel dizia ‘eu fora da experiência vou ser diferente, vou dar a oportunidade de haver mais intimidade’. Se ela não tivesse aquela conversa eu ia desistir». Contudo, o atleta afirma que isso «não aconteceu» depois do programa terminar. «Fui à Madeira porque tenho lá a empresa, depois vim 15 dias para Lisboa para ver como as coisas funcionavam. Sinceramente, eu não vi diferença nenhuma dentro da experiência e fora da experiência.».

O madeirense assegura que ficou sentido com Isabel porque esperava ser apresentado à família da noiva. «Eu vim 15 dias para cá, pensava e queria conhecer a família e a filha. Eu não pedia que me apresentasse à filha como o padrasto, poderia ser como amigo, era uma maneira de começar a ter alguma ligação … eu estive cá esse tempo e isso não aconteceu. Não fui apresentado a ninguém […]Já começou a ser mau. Eu vinha com essa esperança e isso não aconteceu, é claro que uma pessoa fica desiludida. Já vinha com reservas passadas, já vinha da experiência um bocado condicionado e depois chego ao mundo real e continua tudo igual. É frustrante».

Cláudio admite a Júlia Pinheiro que apanhou outra desilusão amorosa, depois de já ter sido «abandonado» por duas mulheres no passado. «Mas neste caso eu estava mais preparado». Agora, Cláudio é um homem diferente, que tem medo de voltar a magoar-se. «Agora já não me entrego tanto, infelizmente. Gostava de me apaixonar e amar loucamente, mas vou com medo».

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«Quanto mais fui conhecendo a Isabel, mais me fui afastando»

O informático diz que quando comunicou a Isabel que queria desistir, sentiu que do outro lado «caiu a ficha». «Ganhou interesse a partir dessa conversa. Parece que já não queria desistir. A janela de oportunidades já tinha passado. Quanto mais fui conhecendo a Isabel, mais me fui afastando», diz, admitindo que «não gostou de algumas coisas».

«A Isabel dizia que eu era uma pessoa fechada, sou fechado na questão de falar sobre sentimentos, mas eu falava sobre tudo, sobre a minha vida passada, sobre o que se passou e não passou. Sou completamente transparente em relação a tudo. E às vezes eu fazia perguntas à Isabel e acho que ela escondia qualquer coisa. Essa situação de não apresentar a família foi sempre muito estranha. Nunca cheguei a perceber se os pais apoiavam ou não, ela diz que sim», atira.

A gota de água aconteceu com uma entrevista de Isabel, em que esta garante que fez uma proposta para ir passar uns dias à Madeira, mas «não houve abertura».

«Eu fico um bocado chateado porque ela disse em entrevistas que eu lhe fechei a porta à ida à Madeira. Sempre disse que tinha a porta da casa aberta para ela, há que agendar de acordo com a minha disponibilidade, se eu estou em Lisboa… temos de conciliar e eu disse ‘a minha porta de casa está sempre aberta para ti’, não sei porque ela diz que não sentiu recetividade. Agora começam a surgir conflitos desnecessários e isso desilude-me». Mesmo assim, afirma que quer ser amigo de Isabel. «Quero ser amigo de toda a gente. Quero o bem de toda a gente».

Texto: Ricardina Batista; Fotos: D.R.

 

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