Concerto de Mónica Sintra corre mal e cantora não fica calada: «Foi super mal-educado»

Mónica Sintra mostrou-se desagradada com o dono do camião onde deu um concerto e contou tudo à TV 7 Dias. «Acho vergonhoso o que aconteceu», diz a cantora.

19 Ago 2019 | 8:59
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Nesta altura do ano, quase todos os artistas portugueses andam em digressão pelo país. Mas nem sempre tudo corre da melhor forma… Foi o caso de Mónica Sintra, que deu um concerto na quarta-feira, dia 14 de agosto, em Alpendurada – concelho de Marco de Canaveses – e acabou por relatar num story do Instagram a forma como foi tratada.

À TV 7 Dias, a cantora contou tudo o que se passou. «Eu ia cantar a um camião-palco. Estas estruturas têm sempre uma banda própria que, por norma, fornecem o som e a luz aos artistas que lá vão. Isto fica sempre escrito em contrato e foi o que aconteceu. Eu assinei um contrato com o empresário que me contratou e ele, por sua vez, combinou tudo com o dono do camião», disse.

«Os elementos da banda eram espetaculares, não tenho nada a apontar, mas o dono do camião, o Sr. Euriko Lopes, não se portou nada bem. Houve má vontade desde o início», afirmou, sublinhando que o comportamento negativo começou muito antes do concerto: «Ele foi super mal-educado com toda a gente, incluindo comigo e com o dono do restaurante onde fomos jantar».

Mónica Sintra continuou a explicar o que aconteceu e que deu origem ao problema. «Primeiro, tocou a banda e estava tudo ok. As luzes do palco estavam todas ligadas e correu lindamente. Quando eu comecei o espetáculo, o Sr. Euriko desligou a maior parte dos LED e fiquei com o mínimo de luzes. Cantei praticamente às escuras…», contou, acrescentando, porém, que o concerto correu muito bem: «Felizmente, as pessoas aderiram e gostaram muito».

 

Ameaçada com tribunal

 

Apesar de a cantora não ter referido o nome de Euriko Lopes nas redes sociais, ao contar a história, usou uma metáfora que envolvia uma cobra. O dono do camião respondeu e ameaçou-a com um processo na Justiça: «A Senhora Mónica Sintra irá chamar-me cobra, mas em tribunal».

E conta a sua versão, através de um texto publicado na sua página de Facebook: «[…] Nem um simples cabo de microfone tem e prova disso é que nem um simples cabo de xlr, corrente ou uma DI tem para o espectáculo! Quanto aos Leds, eu utilizo onde quero e como quero. O que me foi pedido gratuitamente foi ceder som e luz».

Para Mónica Sintra, estas acusações e a forma como Euriko Lopes se defende não fazem sentido. «Claro que eu tenho o meu próprio material. Mas, como estava no contrato que o senhor nos ia fornecer o luz e o som, não levei. Se houve alguém que falhou, não fui eu», acrescenta, garantido, porém, que não vai processar Euriko Vieira: «Não vou fazer nada, mas acho vergonhoso o que aconteceu. Há lugar para todos e, quando contei o que se passou no Instagram, foi como um alerta. Mais nada»

 

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Texto: Patrícia Correia Branco | Fotografias: reprodução redes sociais

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