Conheça o significado do nome do filho de Meghan Markle e do príncipe Harry!

O oitavo bisneto da rainha Isabel II foi apresentado esta quarta-feira, 8 de maio, e foi revelado o nome do primeiro filho de Harry e Meghan. Conheça o significado.

09 Mai 2019 | 15:30
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Meghan Markle e o príncipe Harry anunciaram ao mundo, nesta quarta-feira, dia 8 de maio – dois dias após o nascimento –, o nome do novo bebé real: Archie Harrison Mountbatten-Windsor. A escolha inusitada do nome próprio do menino deixou um rasto de perplexidade e rapidamente os meios de comunicação britânicos trataram de investigar o que terá levado os duques de Sussex a fazer tal escolha.

Antes de mais, sublinhamos que Archie é, em primeira instância, a versão abreviada de Archibald, um nome que começou a ser disseminado no ano de 1600 e atingiu o pico máximo de popularidade em 2008. Archie nada mais é do que uma versão atualizada e abreviada de Archibald, e, por isso, mais moderna.

O diminutivo transitou para nome próprio a partir de 1749. No início do século XX atingiu uma popularidade impressionante e perdeu o protagonismo entre os anos 20 e os anos 60. Subitamente, a viragem para o século XXI catapultou o nome, que tem vindo a crescer nas preferências dos recém-papás. Ressalva-se, porém, que esta tem sido uma escolha mais da população americana do que do universo britânico. Em contraste, «Archie» é mais popular na Grã-Bretanha do que nos EUA.

A história do nome Archie

Segundo o LiveScience, em 2017, Archie foi o décimo oitavo nome mais popular dos bebés de Inglaterra (com 2803 recém-nascidos do sexo masculino chamados Archie) e o 1182º preferido para bebés nos Estados Unidos, onde nasceu a recém-mamã.

Archie, que é de origem inglesa ou escocesa, significa, então, «genuíno», «ousado» e «corajoso». Um nome com pouca história, mas carregado de uma força que Meghan e Harry consideraram definir, na perfeição, o primeiro filho.

Harrison é o segundo nome próprio do novo bebé real e, sendo também de origem inglesa, é uma aglutinação de «Harry» e «son», a tradução literal de «filho de Harry». Nos EUA é um nome bastante comum e a familiarização de Meghan pelo nome, assim como o significado afetivo terão determinado a escolha final.

A homenagem ao avô de Harry

Já «Mountbatten-Windsor» é o apelido oficial da família real, desde 1960, altura em que a rainha Isabel II  e o príncipe Filipe decidiram unir o nome das duas famílias. Porém, não foi permitido ao casal batizar os seus dois descendentes, o príncipe Carlos e a princesa Ana, com o apelido. À data, o duque de Edimburgo terá lamentado que os seus filhos não teriam o seu nome. Assim, a escolha deste apelido pelos duques de Sussex terá sido uma espécie de homenagem ao príncipe consorte.

«O príncipe Filipe nunca teve permissão para atribuir o seu apelido aos filhos», recordou a autora real, Penny Junor. «Eu acho que é uma homenagem muito interessante ao avô de Harry.» A especialista afiançou, ainda, que o duque de Edimburgo deverá ter ficado «absolutamente emocionado» com o facto de o oitavo bisneto ter herdado o seu apelido.

Com esta escolha, o casal distanciou-se totalmente nos tradicionais nomes reais escolhidos para os bebés da monarquia britânica. O comentador real Richard Fitzwilliams referiu, inclusivamente, que a individualidade revelada pelo casalinho em optar por nomes reais não tradicionais é «maravilhosa» e que «rejuvenesce a monarquia».

«É uma escolha única, por um casal único, que está a fazer as coisas de uma maneira única», acrescentou, ainda, o especialista, que não deixou de frisar a admiração que sente por Meghan e Harry. «Estamos a falar da marca Sussex, que é uma marca internacional».

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Texto: Tânia Cabral| Fotos: Reuters e Casa Real Britânica

 

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