“Deixa lá, és sexy”: Juliana Dias tem conversa inusitada com a filha sobre a etnia cigana

Juliana Dias partilhou com os fãs uma inusitada conversa com a filha, Penélope. Sobre o facto de a ex-concorrente da “Casa dos Segredos” não ser cigana, a criança respondeu: “Deixa lá, és sexy”.

25 Mai 2021 | 8:10
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Juliana Dias revelou aos fãs um episódio caricato que viveu com a filha, Penélope, de três anos, relacionado com a etnia cigana. Através das redes sociais, a ex-concorrente da “Casa dos Segredos” contou como tudo aconteceu.

“A minha filha é demais. É pena não ter gravado na hora. Estávamos aqui nos preparativos para a deitar e, enquanto eu lhe estava a secar o cabelo, ela perguntou: ‘Mãe, eu sou cigana?’. E eu: ‘És, filha’. ‘Mãe, e o Pietro é cigano?’. E eu: ‘Sim, filha’! ‘O pai também é cigano?’. E eu: ‘Sim, filha’. ‘Oh mãe, tu não és cigana?’ E eu: ‘Não, filha’. E ela: ‘Deixa lá, és sexy’.

Mais tarde, Juliana Dias perguntou à menina: “Gostas muito de ser cigana?”. E Penélope respondeu prontamente: “Sim, eu gosto muito de ser cigana”.

 

Veja o vídeo de Juliana Dias com a filha:

 

 

Juliana Dias: “Tenho um marido que sabe ser um verdadeiro senhor”

 

De salientar que Juliana Dias nunca teve problemas em assumir que o companheiro é de etnia cigana. A nortenha e Carlos estão juntos desde 2015 e, além de Penélope, são pais de Pietro, de quatro meses.

Em outubro de 2019, a ex-participante do reality show da TVI resolveu aceitar o desafio de responder a questões colocadas pelos seguidores. Entre elas, os fãs da morena mostraram-se curiosos em saber detalhes do relacionamento com o seu companheiro.

“Algum dia tiveste receio das condicionantes de te casares com um homem de etnia cigana?”, perguntou um dos seguidores. “Tenho um marido que sabe ser um verdadeiro senhor. Só dá valor a quem interessa, um verdadeiro valente. Antes de ser marido de uma senhora, sabe ser meu marido. Não me deu espaço para ter receios”, escreveu.

Juliana Dias explicou ainda que a família aceitou esta relação. “Porque não haveria de aceitar? Onde há bom senso, respeito, civismo, educação e, sobretudo, Deus, tudo acontece.” A jovem não se poupou a elogios sobre a etnia da cara-metade, salientando que têm “mais sal”, “mais tradição” e “mais sobrevivência”.

 

Texto: Márcia Alves; Fotos: reprodução redes sociais

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