É mentira: A Pipoca Mais Doce conta tudo sobre polémica nos bastidores do “Big Brother”

A Pipoca Mais Doce nega reiteradamente que tenha ficado em lágrimas nos bastidores da gala passada do “Big Brother”, na sequência da polémica que protagonizou com a ex-concorrente Teresa.

03 Fev 2021 | 19:20
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Ana Garcia Martins, mais conhecida como A Pipoca Mais Doce, desmentiu que tinha ficado em lágrimas, na gala do passado domingo do “Big Brother – Duplo Impacto”, na sequência de Teresa, ex-concorrente do reality show da TVI, se ter exaltado e de ter chamado a comentadora de “asquerosa”.

A Pipoca Mais Doce não gostou daquele momento e ameaçou, em pleno direto, que abandonaria o programa se a mãe de Tierry Vilson, ex-“Casa dos Segredos”, não lhe pedisse desculpa ou se a produção do formato não tomasse qualquer medida. Contudo, e apesar de afirmar que a equipa do “Big Brother” foi falar com ela durante a interrupção da emissão, diz que nunca chorou, como é avançado na edição desta semana da TV Mais.

“Não corresponde, de todo, à verdade. Não que haja mal algum em chorar, mas dificilmente me apanharão a fazê-lo no ambiente de trabalho. A produção falou comigo ao intervalo, mas foi só isso, uma conversa, à frente de toda a gente, sem lágrimas, nem drama”, comentou, no Dioguinho. “No dia em que um reality show me fizer chorar (sem ser de emoção), pego nas malinhas e vou para casa”, acrescentou.

 

A Pipoca Mais Doce implacável: “A linha não pode ser ultrapassada”

 

Convidada a pedir desculpa a Ana Garcia Martins, Teresa preferiu desculpar-se ao próprio “Big Brother” e não à comentadora do reality show, o que motivou o soberano da casa mais vigiada do País a convidar a ex-concorrente a sair do programa.

No dia seguinte à gala, A Pipoca Mais Doce explicou a sua tomada de posição. “Enquanto comentadora, podem apontar-me o dedo por acharem que sou demasiado corrosiva, que sou demasiado cáustica, injusta, imparcial… Mas, a partir do momento em que deixam de o fazer enquanto comentadora e entramos no campo da ofensa pela ofensa, acho que a linha não pode ser ultrapassada. Ontem, foi”, começou por dizer.

“E se, por um lado, como é óbvio, eu não ia alinhar numa discussão com aquele nível, porque não faz parte da minha personalidade e opto por recorrer a outros meios nas minhas discussões, por outro lado, também não ia ser conivente com aquilo e era absolutamente imperativo marcar uma posição, mais que não seja para que comportamentos daqueles não se repitam”, frisou, para garantir que o que se passou “não foi um amuo” e deixando uma palavra a todos aqueles que a acusam de ser incoerente.

 

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Texto: Carla S. Rodrigues; Fotos: reprodução redes sociais

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