“É possível que tenha de ser operada novamente”: Liliana Campos sofre de doença crónica

Liliana Campos herdou uma doença dos pais que já a levou a fazer sete operações às pernas. A apresentadora dá o seu testemunho e deixa alerta aos seguidores

27 Mai 2022 | 11:10
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Liliana Campos, de 51 anos, recorreu às redes sociais para partilhar o seu testemunho sobre um problema de saúde que herdou dos pais. A apresentadora do “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, revelou que sofre de Doença Venosa Crónica e, por este motivo, já teve de ser submetida a várias intervenções cirúrgicas às varizes. “A dor nas pernas não pode, nem deve ser ignorada”, alertou.

“Já fui operada quatro vezes às varizes da perna esquerda e três às da perna direita. A primeira vez tinha 18 anos. Era muito novinha (sim, isto não é só de pessoas mais velhas!) , mas com uma componente genética muito forte, pois quer a minha mãe, quer o meu pai tinham esta doença”, começou por referir. “A última cirurgia foi aos 44,  e é possível que tenha de ser operada novamente, porque como já não tenho as veias principais, a circulação do sangue faz-se pelas veias secundárias, que “entopem” com muita facilidade”.

Liliana Campos alerta para os principais sintomas da doença

Liliana Campos sublinha que conhece “de cor e salteado” alguns dos sintomas da Doença Venosa Crónica e o objetivo da sua publicação é chamar a atenção para os sinais associados a este enfermidade: “Sentir dor nas suas pernas. Este é o meu primeiro sinal. Não consigo estar em pé muito tempo, e começo a colocar o peso nas pernas alternadamente; sensação de pernas cansadas. Como se tivesse andado kms, mas não saí do mesmo sítio; dormência constante; cãibras nas pernas durante a noite e pernas e tornozelos inchados”.

Segundo a apresentadora do canal de Paço de Arcos, estes sintomas agravam-se com o calor e sente-se mais ao final do dia, por isso tem um truque para contrariar este contratempos:  “elevar as pernas”. Liliana chama ainda a atenção para “o aparecimento dos chamados derrames, de veias varicosas ( as chamadas varizes), de edemas (inchaço) na região do tornozelo, do pé ou até da perna, e de uma pigmentação estranha nestas mesmas zonas”.

Sendo uma doença que se vai agravando com o tempo, a comunicadora não tem dúvidas: “Quanto mais depressa tratarmos dela, mais devagar ela vai evoluir”.

Texto: Carla S. Rodrigues; Fotos: DR

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