Eduardo Beauté morreu há dois anos: Luís Borges não deixa passar data em branco

Eduardo Beauté morreu a 7 de setembro de 2019, com apenas 52 anos. O manequim recordou o ex-marido com mensagem sentida e fotos do cabeleireiro com os três filhos.

07 Set 2021 | 16:40
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Luís Borges recordou Eduardo Beauté com uma mensagem sentida e várias fotos antigas do ex-casal e dos filhos. Esta terça-feira, 7 de setembro, assinalam-se dois anos da morte do cabeleireiro e o manequim não deixou passar a data em branco.

“Dois anos… Um beijo, Eduardo”, escreveu Luís Borges como legenda de um conjunto de cinco fotografias, nas quais se pode ver o cabeleireiro com os três filhos adotados – Bernardo, de 10 anos, Lurdes, de nove, e Eduardo, de seis – e também com o manequim.

Recorde-se que Eduardo Beauté foi encontrado morto na sua própria casa, a 7 de setembro de 2019. Tinha 52 anos e a autópsia revelou que o cabeleireiro sofreu uma embolia cerebral.

Luís Borges conta como superou a morte de Eduardo Beauté

Em fevereiro, Luís Borges foi convidado do programa “Dois às 10”, na TVI, e, em conversa com Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz, também falou de Eduardo Beauté, com quem esteve casado entre 2011 e 2016, e das acusações de que seria mau pai.

“Quando eu me separei do Eduardo, nunca deixei de ser pai, como se falou muito. Sempre quis ter filhos. Não é um cargo, para mim eles dão-me alegria”, disse. “Tenho a ajuda da Manu, que é a babá interna que tenho lá em casa, por isso é que consigo trabalhar, ir ao ‘Big Brother’. E depois tenho a ajuda da Alice, que era o braço direito do Eduardo e que agora passou a ser o meu braço direito. Tanto em casa, como na minha marca. Mas é um peso grande, sim. Agora a responsabilidade é toda minha, todos os problemas que eles têm… tudo é meu. Ao início foi um choque muito grande mas depois aprendi”, afirmou.

O ex-comentador do “Big Brother – Duplo Impacto” recordou ainda que Lurdes era a menina do Eduardo. “Fazia anos no mesmo dia que ele, 8 de janeiro. Perceber que não ia ter mais o pai, foi mau. Ainda hoje vem falar comigo e diz que tem saudades do pai. Eu digo-lhe que ela pode falar com o papá. Por mais que eu fale com ela, nunca lhe vou conseguir tirar a dor que tem dentro dela. Só com o tempo”, admitiu, confessando ainda algo que o “assusta”: “Cada vez que eu viajo, ela tem medo que me aconteça alguma coisa, tem medo que eu não volte. A mim deixa-me triste, angustiado. A partir do momento em que faleceu a minha mãe e logo a seguir o Eduardo eu penso: ‘e se sou eu a seguir, o que vai ser feito dos meus três filhos? Há famílias que são estruturadas, a minha não é. Não vai ser o meu pai que vai tomar conta dos meus filhos, não tem condições. Penso sempre no futuro deles, assusta-me, como é óbvio. Tento acalmá-los.”

Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Reprodução redes sociais

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