“Ela está ali injustamente”. Sara Barradas quebra o silêncio para falar da prisão da mãe

Sara Barradas deu uma entrevista ao programa “Conta-me”, da TVI, e falou pela primeira vez sobre a mãe, que está presa há mais de um ano.

14 Mai 2022 | 16:00
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Sara Barradas quebrou o silêncio para falar publicamente sobre a mãe, que está presa há mais de um ano. Felisbela Dias foi condenada por burla qualificada a sete anos de prisão, depois de ter burlado amigos e familiares em milhares de euros. Entre os lesados estarão José Raposo, marido da atriz, e Maria João Abreu.

Até agora, Sara Barradas sempre se manteve em silêncio sobre o caso, mas, em entrevista a Maria Cerqueira Gomes, no programa “Conta-me” deste sábado, 14 de maio, afirmou acreditar na inocência da progenitora. “Não tenho de perdoar a minha mãe, porque ela não fez nada de errado. Ela sabe, eu sei e estou com ela até ao fim”, começou por dizer. “Ela não precisa do meu perdão, porque não há nada para perdoar. Ela está ali injustamente”, acrescentou.

A atriz contou ainda que visita a mãe com frequência e leva muitas vezes a filha, Lua, de três anos. “Faço questão”, afirmou, lamentando a ausência de Felisbela Dias na vida da neta: “É uma fase. Vai passar”.

Sara Barradas revela que José Raposo sofreu com as críticas

Nesta entrevista, Sara Barradas recordou também o início do namoro com José Raposo, em 2011, quando ambos fizeram parte do elenco da novela “Espírito Indomável”, da TVI. “Estava escrito que tinha de ser”, afirmou, revelando que os dois tentaram contrariar aquilo que sentiam um pelo outro. “Tenta-se contrariar. Foi o que eu tentei fazer no inicio, tentei negar. Ele também quis pensar que era passageiro, mas não foi”, disse, afirmando que o ator sofreu mais com as críticas de que foram alvo por causa da diferença de idades: “Eu dava por ele mais magoado com os comentários do que eu. Foram duríssimos”.

Questionada por Maria Cerqueira Gomes se soube logo que queria ter filhos com José Raposo, Sara Barradas disse que sim e acrescentou ainda que a idade do companheiro não a fez duvidar da sua vontade. “Se a minha filha puder ter um pai como ele três, cinco ou 10 anos, já valeu. Há quem não tenha a sorte de ter assim um pai e o tenha durante a vida inteira”, disse.

Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Impala e Reprodução redes sociais

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