Érica Silva: “Dobraram o prémio pois os que aí vêm vão receber 100 paus por semana”

Érica Silva comenta a decisão da produção em extender o “Big Brother – Duplo Impacto” por tempo indeterminado. A madeirense critica o cachet que a TVI vai pagar aos novos concorrentes.

09 Fev 2021 | 11:50
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Mesmo fora do jogo, Érica Silva tem sido das vozes mais ativas do “Big Brother – Duplo Impacto”. Através das redes sociais, a ex-concorrente da “Casa dos Segredos” comenta os mais polémicos acontecimentos na casa mais vigiada do pais, sempre sem papas na língua.

Este domingo, dia 7 de fevereiro, Cláudio Ramos foi à casa anunciar que o valor do prémio final iria aumentar para os 20 mil euros e que o segundo e terceiro classificados também receberiam um prémio. O apresentador revelou, também, que a duração do programa vai estender-se mais semanas, sem indicar uma data concreta para o final.

Ora, para Érica, isso deve-se ao facto da produção estar a pagar menos aos novos concorrentes que ainda podem entrar no reality show. Dobraram o prémio pois os que aí vêm vão receber 100 paus por semana”, escreveu no Twitter.

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O papel de infiltrada no jogo soube-lhe a pouco e Érica Silva não esconde o desejo de voltar a entrar “em ação”. No entanto está ciente do seu valor enquanto jogadora. “Não digo que não gostava de entrar. Eu sou feita de reality shows mas também sou feita de verdades. Costumo dizer, ‘não há nariz, não há palhaço’. A partir do momento que haja dinheiro, há circo. Gostava de mostrar ao grupo como é liderar e cumprir um contrato”, confidencia.

Érica tem acompanhado o Duplo Impacto e aponta várias falhas aos concorrentes. “Elas e eles gostam de andar todas arranjadinhos mas depois não sabem aspirar um quarto. Eu costumo dizer, preferia borrar a minha cara em M**** do que ser uma má líder. Comigo isso nunca iria acontecer. Eles não estão ali para passar férias, estão num reality show. Adorava ir lá pôr ordem naquilo mas não há nariz, não há palhaço! Mas também sei que é difícil, que têm muitos gastos”, acrescenta.

Há quem tenha achado a atitude de Érica muito soft na gala de domingo em que esteve presente no bunker mas a madeirense tem uma explicação para a sua postura. “Muita gente veio dizer que na gala eu estava a Xanax e que me tinham metido um cadeado na boca. Eu só tenho de saber que estou a cumprir uma coisa que poder ser boa para um futuro. Se eu fizer aquilo que eles querem, mais depressa também eles acordam comigo aquilo que eu peço. Estamos a falar de cachets e contratos, mais nada. Uma mão lava a outra, as duas lavam a cara”, diz, sem rodeios. “Se me derem o valor que eu quero, eu vou! Não vou estar a jogar valores demasiado altos para o ar para depois não poder ir. Não, obviamente que eu quero ir”, remata.

Texto: Inês Borges e Maria Inês Gomes; Fotos: DR

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