Está quase, quase a chegar! Amar Demais ganha data de estreia

A nova novela da TVI, assinada pela mesma autora de Ouro Verde e Valor da Vida, estreia-se a 14 de setembro. Ana Varela e Graciano Dias são os protagonistas.

01 Set 2020 | 10:50
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Segunda-feira, 14 de setembro. É este o dia que marca o arranque de Amar Demais, a nova novela da TVI, que tem nos papéis principais atores como Graciano Dias, Ana Varela, Sérgio Praia, Sofia Ribeiro, Ricardo Carriço e Fernanda Serrano.

A trama deverá ocupar o lugar de Espírito Indomável, novela de 2011 que regressou à antena do canal de Queluz de Baixo, em maio passado, em formato de série e reduzida a cerca de um terço de episódios.

 

 

Amar Demais chega à TVI um dia depois da estreia de Big Brother – A Revolução, que marca o regresso de Teresa Guilherme à condução do reality show, depois de ter substituída, na edição passada, por Cláudio Ramos.

 

Pedro Lima substituído por Ricardo Carriço

 

Os primeiros episódios de Amar Demais têm a ilha do Faial, Açores, como pano de fundo, como a TV 7 Dias noticiou em março. Ana Varela, Sofia Ribeiro, Catarina Rebelo e Filipe Matos foram alguns dos atores que os açorianos puderam ver em ação nas gravações da novela. Os trabalhos decorreram em ambiente de euforia, junto das gentes da ilha, que acorreram em massa às gravações, assistindo de perto ao que normalmente apenas podem ver na televisão.

Além dos já citados, integram o elenco da próxima grande aposta da TVI nomes como Ana Guiomar, Dina Félix da Costa, Nuno Pardal, Sofia Nicholson, João Lagarto, Susana Arrais, Madalena Brandão e Helena Costa, entre outros. Pedro Lima também fazia parte do elenco e já estava a gravar a sua personagem quando perdeu a vida. Na sequência desta trágica morte, o papel foi atribuído a Ricardo Carriço.

A história é de Maria João Costa, a mesma argumentista de Valor da Vida e Ouro Verde. Esta última ganhou, em 2018, um International Emmy Award na categoria de Melhor Telenovela.

 

Leia agora a sinopse de Amar Demais:

 

Quem nunca amou demais? Para todas as mulheres que lutam e tanto se sacrificam para educar bem os seus filhos. Para fazer deles pessoas à sua imagem, homens de bem.

Há quem esteja disposto a dar a vida, ou o seu tempo de vida, para salvar alguém, por amar mais… É assim Zeca, o protagonista. Uma pessoa dotada de valores, com um enorme sentido de justiça, que nem sempre escolhe o caminho provável para ajudar quem ama, mas que nunca tem dúvidas sobre o que é prioritário: proteger os seus. É isso que o leva à prisão, quando aceita dar-se como culpado por um crime que não cometeu em nome de outrem para salvar a vida da sua mãe.

Por a amar demais, Zeca abdica da sua própria liberdade, e do amor que Ema sente por ele. E quando percebe que foi enganado e que o seu sacrifício foi em vão, em vez de se revoltar, é resiliente. E prepara-se para o que será́ o dia do grande embate: o momento em que vai poder fazer justiça por tudo o que passou.

Zeca fica preso durante mais de 15 anos, mas quando sai está determinado a descobrir quem foram as pessoas que o traíram. Quer fazer justiça pelos anos perdidos, mas quer também provar a sua inocência. Quer ter o direito de recomeçar de novo, com a ficha limpa. E se para isso tiver de fazer algo que não deve no caminho, tudo bem: a pena já a cumpriu por antecipação.

Um homem que sabe bem o que quer, sem que isso o torne calculista, frio ou incapaz de sentir ou amar… Talvez isso seja o seu lado feminino a manifestar-se, fruto de ter crescido com uma mãe e quatro irmãs. Afinal, não dizem que as mulheres são feitas para aguentar todo o tipo de provações? Zeca é uma versão de calças destas mulheres lutadoras. O filho que se sacrifica pela mãe. O irmão protetor. O homem que pela mulher que ama roda o mundo. O pai que pela filha se descobre um novo homem, capaz da força de um leão.

Zeca é um hino às mulheres que o educaram, porque o mundo em que vivemos pode ser considerado ainda dos homens, mas é do ventre das mulheres que eles nascem, são elas quem os educam, são a sua maior influência. O que mostra que na realidade o mundo está nas mãos das mulheres, a quem compete fazer dos seus filhos: homens tolerantes, homens amorosos que as amem e respeitem acima de tudo, que as tratem como iguais.

 

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Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

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