Filipa Nascimento rendida a ator da SIC: «Ele é a minha metade!»

A atriz assume estar apaixonada por Duarte Gomes e garante que a diferença de idades não a assusta. A modelo fala ainda da representação e do medo que tem de ser vista apenas como «uma cara bonita».

05 Out 2019 | 18:20
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A novela Vidas Opostas mudou por completo a vida de Filipa Nascimento. Não só por ser o seu primeiro projeto na representação, mas também porque foi durante as gravações da trama da SIC que conheceu o atual namorado, o ator Duarte Gomes, de 33 anos. «Sinto-me muito feliz, muito completa. Ele é a minha metade!», afirmou à TV 7 Dias, com um sorriso.

Apesar dos dez anos que os separam, a jovem, de 23, garante não sentir esta diferença. «Por acaso, as pessoas não comentam muito comigo este assunto. Na verdade, não temos assim uma diferença de idades tão grande. São alguns anos, mas, para mim, não é uma coisa que choque», reconhece.

Ainda que goste de partilhar a sua felicidade com os seguidores nas redes sociais, Filipa Nascimento admite que é cautelosa
com as publicações que faz. «Apesar de ser uma coisa que deixamos o público saber, é algo muito nosso, muito pessoal. Nós mostramos aquilo que queremos que seja mostrado, mas não damos azo para que haja motivo para se fazerem muitas perguntas», esclarece.

Desde os 14 anos que sonha ser atriz, mas foi na moda que se iniciou. À TV 7 Dias, Filipa Nascimento confidencia que não quer ser só uma cara bonita da televisão portuguesa. «Eu não quero ser conhecida como a modelo que agora é atriz. E acho que, em Vidas Opostas, pude mostrar que a beleza não é tudo e que até pode acontecer entrar por ter uma cara bonita, mas depois, se continuo, é porque mostrei algum talento e trabalho, ou pelo menos assim o espero», afiança, acrescentando: «Não tenho medo desse rótulo e tento não pensar muito nisso, porque, se o fizer, não me faz bem. Acredito que ser bonita seja uma mais-valia, mas se a pessoa continua no mercado é porque merece», sublinha.

A gravar Terra Brava, a próxima trama da SIC, Filipa já tem em mãos um projeto internacional. «Abrir horizontes é sempre bom. Acho que as coisas acontecem no momento certo.»

 

Texto: Carolina Sousa e Maria Inês Gomes | Fotografias: Impala e reprodução redes sociais

 

(artigo originalmente publicado na edição nº 1698 da TV 7 Dias)

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