Got Talent Portugal: Pedro Fernandes mudou-se para a TVI, mas deu uma mão amiga à RTP

Preparada para conduzir a solo Got Talent Portugal, Sílvia Alberto revela que o ex-colega «contribuiu» para o formato. Faz ainda um balanço do ano, hesitando em afirmar que foi o melhor da sua vida.

22 Dez 2019 | 12:10
-A +A

É em janeiro do próximo ano que arranca a próxima edição de Got Talent Portugal. Sílvia Alberto mantém-se como anfitriã do concurso, mas agora sem a contracena de Pedro Fernandes, que, em maio passado, deixou a RTP para reforçar o leque de apresentadores da TVI. Todavia, nem isso impediu o comunicador de «contribuir» para a próxima edição do talent show da estação pública.

Foi mesmo este o termo utilizado por Sílvia Alberto em conversa com a TV 7 Dias. «A TVI que não saiba destas coisas. Não sou eu que vou revelar», ironiza a apresentadora, com um sorriso. Mas lá acaba por confessar o que, de facto, aconteceu: «Ele ligou para nós, para a produção, a dar contactos de artistas que lhe tinham pedido o contacto para participar nas audições do Got Talent.»

«Portanto, o Pedro há de ter alguns amigos que terão concorrido… Será que passaram?», questiona, deixando no ar essa hipótese, para depois acrescentar: «Ele é muito querido e, obviamente, não deixou de passar os contactos para a produção para que essas pessoas pudessem concorrer.»

Sílvia Alberto diz que este é um sinal de que ela e o ex-colega pertencem «a uma grande família de televisão», que vai «muito além dos canais» e da concorrência entre os mesmos.

 

«2017 foi o meu ano. Este foi o ano do Pedro»

 

A postos para passar o seu primeiro Natal como mãe em Espanha, onde nasceu o companheiro, Íñigo de Maria-Tomé Pérez, e a passagem de ano em Portugal, Sílvia Alberto diz que tem sido fácil conciliar as gravações de Got Talent Portugal com a maternidade.

Acima de tudo, explica, «tem sido estrategicamente planeado com a vinda da minha sogra a Lisboa para ficar com ele». «Quando eu estava a gravar as audições, eram muitas horas. Mas tem sido fácil de gerir, justamente porque também houve um ano bem acompanhado por parte da RTP, que me permitiu fazer a gestão equilibrada das coisas, sem grande stress a esse nível. É mais o stress de eu adaptar-me a ser mãe do que propriamente gerir a vida profissional com a maternidade», relativiza.

Talvez por isso Sílvia Alberto hesite quando lhe perguntamos se o ano que se aproxima do fim foi o melhor da sua vida. «O ano de 2017 foi um grande ano. Se foi o melhor… Claro que o ano do nascimento do filho é provavelmente o melhor. Isso, se calhar, é insuperável, mas é um lugar comum. Queria dizer que não, mas não consigo dizer que não», começa por responder a apresentadora, ela que é mãe de Pedro desde fevereiro.

A estrela do operador público de media acaba por confessar que 2019 «foi um ano muito difícil, porque foi um ano muito exigente», referindo-se também ao campo profissional, que foi além da televisão, com a abertura de um espaço de restauração no centro de Lisboa.

«Dizer que foi o melhor ano talvez seja correto. Dizer que foi aquele de que eu mais desfrutei, em que eu mais me diverti, não. Isso foi em 2017, quando andei com o Danças Pelo Mundo [programa da RTP em que cinco apresentadoras percorreram vários países para aprenderem os seus estilos de dança], quando andei a viajar sozinha de mochileira. Sem dúvida que 2017 foi o meu ano. O meu», repete. E conclui: «Este foi o ano do Pedro. Portanto, este é um ano único na minha vida.»

 

Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Marco Fonseca e reprodução redes sociais

PUB
Top