Hernâni Carvalho anuncia separação após 10 anos de «uma bonita história de amor»

O comentador de atualidade criminal d’O Programa da Cristina anunciou que chegou ao fim a relação de dez anos com Ana Rita Carvalho.

04 Dez 2019 | 16:53
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Hernâni Carvalho, de 59 anos, revelou esta quarta-feira que está separado de Ana Rita Carvalho, 20 anos mais nova. O anúncio foi feito pelo comentador de atualidade criminal n’O Programa da Cristina, da SIC, no seu perfil de Facebook, numa mensagem em que garante que a sua história de amor teve um final feliz.

«Ao longo de dez anos vivemos a aventura da Paixão, do Amor, da Cumplicidade e da Amizade. Crescemos. Criámos os filhos, cultivámos amigos, abraçámos projectos, escrevemos livros, concluímos cursos e enfrentámos os trilhos que a Vida entendeu…», começou por escrever.

E continuou, sublinhando que a serenidade com que a relação terminou: «Um dia houve em que uma encruzilhada nos levou por caminhos diferentes. Chegou ao fim uma bonita história de Amor. Na vida real as histórias também têm finais felizes, mas diferentes», rematou.

Hernâni, de 32 anos, e Dinis, de 17, são os dois filhos do jornalista, frutos de relações anteriores.

 

O luto pela morte do pai

 

Mais de um ano depois da morte do seu pai, Hernâni Carvalho abriu o livro e falou sobre aquele que considera ser um dos episódios mais marcantes da sua vida. Em entrevista a Daniel Oliveira, para o programa Alta Definição, o anfitrião do formato Linha Aberta recordou com saudade a figura do progenitor.

«A perda dos nossos é uma coisa avassaladora. Mesmo! A finitude de não poderes tornar a estar com aquela pessoa, a ouvir aquela pessoa, a fazer uma festa àquela pessoa… Isso é avassalador. Isso deixa-te destruído», defendeu o jornalista, numa conversa transmitida pela SIC em abril.

No caso da perda do seu pai, falecido em março do ano passado, doeu «muito». «Perdi o meu pai há um ano e ainda não estou bom [riso nervoso]. Não sei se alguma vez vou estar», admitiu Hernâni, esboçando um sorriso. E continuou: «Foi violento, foi dificílimo. Trabalhar, ler, procurar estar longe daquela memória é o que mais aconselho a quem quer que seja, mas sei que é um conselho precário. Mas foi assim que eu cá cheguei. Mas dói ainda. Muito.»

Questionado por Daniel Oliveira sobre se pai e filho se tinham despedido, Hernâni anuiu, lembrando, contudo, que o progenitor «viveu mais do que um mês inconsciente». «Mas, dentro do possível, sim, despedimo-nos. Falámos de tudo o que tínhamos para falar. A seu tempo. Não tínhamos nenhum esqueleto no armário. Falámos de tudo. A sós. As vezes que foram necessárias», disse, orgulhoso.

 

Continue a ler o testemunho de Hernâni sobre a morte do pai aqui.

 

Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Impala e reprodução redes sociais

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