Iva Lamarão preocupada com pais no foco da Covid-19: «Tenho tentado que fiquem em casa»

Iva Lamarão olha com angústia para o estado de calamidade pública que se vive em Ovar há seis dias. Foi lá que a apresentadora nasceu e é lá que vivem os pais e a irmã.

23 Mar 2020 | 18:00
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Natural de Ovar, Iva Lamarão não esconde a preocupação desde que, na passada terça-feira, viu ser decretado estado de calamidade pública na cidade que a viu nascer, na sequência da descoberta de praticamente 30 casos de pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus. Atualmente, são já mais de 60 os casos de infeção por Covid-19.

Naquela cidade do distrito de Aveiro continuam a viver os pais e a irmã da apresentadora da SIC. Com «muitas saudades» deles, a repórter do programa Fama Show explicou, esta segunda-feira, 23 de março, como está a lidar com esta situação à distância.

«Eu não estou em ovar por questões de trabalho. Fui ficando por Lisboa. Também por questão de sensatez e por perceber que os meus pais estão numa idade de risco, achei que o melhor que faria era estar um pouco longe deles nesta altura», começou por dizer Iva Lamarão, no vespertino Júlia.

Na capital, a repórter do magazine da SIC está em isolamento profilático. Em Ovar, os pais e a irmã estão igualmente «em casa, isolados». «Às vezes com alguma dificuldade, porque a vontade é a de sair. Especialmente o meu pai», admitiu a comunicadora, de 37 anos, para depois acrescentar que tem «tentado que eles fiquem em casa».

«Eles também estão sempre a acompanhar as noticias e têm consciência de que o estado de calamidade é realmente grave. De certeza que não foi tomado de ânimo leve. Foi tomado com a intenção de prevenir novas infeções e proteger a população e todas as gentes de Ovar», sublinhou.

 

«Nem se vê a roupa estendida nos quintais»

 

Em conversa com Júlia Pinheiro, por chamada telefónica, Iva Lamarão contou ainda que apenas a irmã «tem saído de casa para fazer compras, com todos os cuidados, só mesmo quando é preciso algo de urgente em casa».

E o que lhe partilha a mãe pelas conversas que têm tido nos últimos dias? «Aquilo que ela me conta vê através da janela. E o que ela vê é que realmente há muito pouca gente na rua. Praticamente ninguém. As pessoas em ovar estão mesmo a respeitar a ordem de restrição. […] Nem se vê a roupa estendida nos quintais.»

Iva Lamarão justificou este comportamento radical com uma única resposta: «As pessoas têm receio». «As pessoas estão a acatar as ordens e isso dá-me alguma serenidade porque percebo que estão conscientes de que é preciso ter realmente este tipo de atitude neste momento para que estejamos todos juntos e tudo isto passe o mais rapidamente possível», disse.

«Neste momento estamos privados de estar juntos e não sei quando é que vou poder sair daqui, de Lisboa, e ir ter com eles. Temos falado por videochamada, mas não é a mesma coisa», lamentou, no fim da conversa com Júlia Pinheiro.

 

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Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

 

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