Duas semanas depois de ser mãe, Jessica Athayde revela: «quase o atirei pela janela»

Jessica Athayde surgiu em público pela primeira vez depois de ter sido mãe. A atriz, que foi mãe de Oliver a 8 de junho, explica que tomou antidepressivos durante a gravidez.

27 Jun 2019 | 19:52
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Jessica Athayde, de 33 anos, deu a primeira entrevista depois de ser mãe de Oliver, nesta quinta-feira, dia 27 de junho, no programa A Tarde é Sua. Fernanda Serrano, que está a substituir Fátima Lopes, recebeu a amiga para uma conversa intimista.

A namorada de Diogo Amaral revelou como está a ser a experiência da maternidade. «A primeira semana foi um sonho, na segunda semana apareceram as cólicas… É a primeira vez que saio de casa e deixo o Oliver. Vim mesmo por ti hoje e estou super nervosa de o ter deixado», justificou Jessica.

A atriz explica que sempre quis ser mãe e que a conceção de Oliver aconteceu quando, em conjunto com Diogo Amaral, tomou essa decisão. «Eu quis ser mãe e engravidei nesse dia», desvendou Jessica, que, completamente encantada com Diogo Amaral, não quis esperar mais até dar o passo. 

No programa das tardes da TVI, Jessica Athayde confessa que a primeira visão do filho foi um momento inesquecível… apesar de, agora, a realidade um bocado diferente e desafiante. «Quando ouvi o choro dele, morri. E deitaram-no no meu peito, cinzento, nem sei de que cor ele era… Meteram-me tão perto – e eu não vejo nada ao perto – chorei logo e amei no momento. Quando ele nasceu, foi instantâneo o amor. Agora, claro, ontem quase que o atirei pela janela, não parava de chorar». 

 

Oliver foi concebido no sofá de Diogo Amaral

 

A verdade é que a gravidez de Jessica Athayde não foi nenhuma maravilha. A própria fez questão de ir atualizando os fãs sobre todos os dissabores do estado de graça e, atualmente, continua a falar, sem tabus, sobre o assunto.

«Eu vomitei de manhã à noite o tempo todo e, a nível hormonal, não se fala muito nisso, mas é muito desafiante.» Por isso, admite que teve uma gestação «super infeliz, super dependente». Contudo, nunca sentiu nenhum tipo de arrependimento por ter engravidado. «Aquela criança foi fruto de um enorme amor, em cima do sofá do Diogo!», lança, para perplexidade da plateia, que não segura as risadas. «Mas foi um bebé super desejado… e é ruivo», revela, ainda, referindo que o bebé quase parece uma homenagem a Helena Forjaz, diretora de comunicação da TVI, que é considerada, por Jessica Athayde, a madrinha da relação entre ela e Diogo Amaral. «Meteu-nos a fazer os Prémios Eficácia…», recorda. Terá sido, por esta altura, que o namoro começou.

 

Tomou antidepressivos durante a gravidez

 

Os primeiros dias têm sido dedicados, a tempo inteiro, ao bebé. «Não tenho convidados, não deixo ninguém entrar, fechei a casa durante um mês. Durante um mês não há cá beijinhos», conta. Jessica confia no instinto e não fez quaisquer cursos para se estrear no papel mais marcante da sua vida. «Não fiz cursos nenhuns, mas tenho montes de sobrinhos.» Para acalmar o filho, socorre-se de mezinhas e dos mais variados truques. Quando não consegue, respira fundo. Foi o que aconteceu há dois dias.

«Eu estava sozinha em casa, ele chorou quatro horas seguidas com cólicas. Às tantas meti o miúdo dentro da cama dele, fui para a casa de banho chorar baba e ranho (…) e voltei com calma: ‘vamos lá’», relatou aquele que foi o primeiro grande desespero.

Feliz por ter conseguido engravidar assim que tomou a decisão, Jessica passou por um período mais turbulento durante a gestação. «Fiz uma coisa que muitas mulheres fazem neste país. Tive de tomar anti depressivos. Tomei a decisão de não dar de mamar, porque se eu desse de mamar podia passar o antidepressivo para o bebé», justifica a atriz, perante a compreensão de Fernanda Serrano, que a elogiou pela decisão lúcida e prudente.

Foi a primeira vez que Jessica Athayde assumiu que precisou de recorrer a medicação durante a gestação. E afirma ainda: «Nenhum bebé é feliz se a mãe não é feliz. Comecei com contrações muito cedo…», adianta, dando relevância ao período delicado por que passou. A atriz foi sempre muito bem acompanhada, por uma «psicóloga, psiquiatra» e tomou uma medicação permitida, vigiada, que nunca colocou a saúde do filho em risco. «Se não tivesse começado a tomar os antidepressivos… Não é o ideal para ninguém, mas tive de fazer. Era seguro para o bebé, ajudou-me e ajudou-me a manter muitas coisas à minha volta». A relação com Diogo Amaral foi uma delas.

 

Texto: Tânia Cabral; Fotos: Reprodução Instagram

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