Joana Solnado deixa representação de lado e aposta em novo talento!

Desde a novela Paixão que a atriz não «dá cartas» na representação. Em vez disso, tem-se dedicado à realização de dois documentários: um sobre a Amazónia e outro sobre a vida da atriz Camila Amado.

26 Out 2019 | 14:20
-A +A

Há dois anos afastada da «caixinha mágica», Joana Solnado passou para o outro lado das câmaras. Essa aventura teve lugar no Rio de Janeiro: «Estou a acabar de montar um documentário que realizei. Foi o primeiro documentário que fiz, está a ser ainda montado, e vou filmar outro», disse, visivelmente entusiasmada, enquanto explica o conteúdo do seu novo desafio, que se refletiu num investimento privado: «Um deles é sobre a Amazónia, que gravei em maio, e agora estou dedicada a outro, sobre a vida de uma grande atriz brasileira, que eu amo, que se chama Camila Amado.»

A fim de realizar estes sonhos, a conhecida atriz tirou dois anos da sua vida. «Fui fazer um curso de realização em Espanha. Pedi uma pausa à televisão, para poder brincar, e estou a gostar imenso. É uma experiência que só pode ser agora, daqui a uns anos, se calhar, não vou ter energia para começar coisas novas», reforçou Joana, que começou a estudar cinema com 20 anos, mas é como atriz que tem trabalhado.

«Vou ser atriz a vida inteira. Adoro ser atriz e isso não está em causa. Ser atriz não é uma questão de gostar ou não gostar, é uma necessidade», admite. O seu regresso à televisão, para já, é uma incógnita. No que depender de Joana, não estará para breve, até porque, em maio de 2020, a atriz quer pisar os palcos.

«Recebi alguns convites para fazer televisão. Tenho uma relação muito próxima com a SIC. Conversei com o Daniel Oliveira sobre a minha pausa e ele foi o primeiro a dar-me a maior força. É uma pessoa que apoia muito os projetos que eu faço e fica muito atento. Eu tenho uma gratidão imensa por partilhar comigo estes meus voos. Sinto-me sortuda por, artisticamente, poder ter esta riqueza. Não é toda a gente que consegue fazer isto. Estou muito grata.»

 

Flor… sem irmãos

 

Para realizar estes documentários, Joana Solnado foi acompanhada da sua filha, de sete anos. «A Flor vai quase sempre comigo. Agora, enquanto estive no Rio a filmar, esteve comigo», diz, fazendo referência à menina dos seus olhos: «Está numa fase espetacular, está ótima, é uma criança feliz, e isso faz com que qualquer mãe ou pai fique feliz.»

Já no que toca a aumentar a família, a atriz é linear: «Para já, não», sublinha.

 

Texto: Mafalda Dantas e Telma Santos | Fotografias: Nuno Moreira e arquivo Impala

 

(artigo originalmente publicado na edição nº 1701 da TV 7 Dias)

PUB
Top