Joana Solnado está desaparecida há dois anos. Mas há uma explicação para a ausência

Joana Solnado não trabalha em televisão há dois anos, quando participou no telefilme da SIC “Um Desejo de Natal”. Segundo uma amiga, a atriz “está dedicada à maternidade” e a outros trabalhos.

29 Ago 2021 | 17:12
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Joana Solnado está afastada da televisão há dois anos e há uma razão para isso. A atriz, de 37 anos, não tem trabalhado na ficção nacional por opção e está dedicada à família e a outros projetos.

De acordo com uma amiga de Joana Solnado, esta “está dedicada à maternidade” [a atriz tem uma filha, Flor, de oito anos, fruto da relação com o chef Nuno Queiroz Ribeiro] e a trabalhos “longe da televisão”. A mesma amiga explicou ainda a uma revista semanal: “Ela é uma pessoa espiritual que gosta da sua independência e odeia esta coisa de ser obrigada a fazer televisão. Por isso, de vez em quando afasta-se, mas brevemente ela volta”.

A TV Guia contactou ainda a mãe de Joana Solnado, Alexandra Solnado, para tentar perceber o afastamento público da atriz. No entanto, esta disse apenas que “não queria meter-se” neste assunto.

O último projeto de Joana Solnado em televisão foi em 2019, quando gravou para a SIC o telefilme “Um Desejo de Natal”. Desde essa data, até as suas publicações nas redes sociais praticamente desapareceram. No Facebook, a atriz não partilha nada desde 2020 e, no Instagram, tem apenas duas fotografias.

 

Joana Solnado acusa conhecido ator de assédio

 

Joana Solnado diz ter sido vítima de assédio sexual há duas décadas. A atriz frequentava um curso de teatro na Universidade Moderna, em Lisboa, quando um professor – famoso, segundo ela – terá feito mais do que uma investida sobre ela. A história veio a público, recentemente, na primeira pessoa.

“O professor punha repetidamente a mão num sítio e noutro do meu corpo, o que me deixava bastante desconfortável. Uma pessoa mais ingénua podia achar que era mesmo assim”, afirma Joana Solnado, revelando que o alegado criminoso “era um ator conhecido” mas que, por “já ter morrido, não adianta revelar o seu nome”.

 

Leia toda a história aqui.

 

Texto: Patrícia Correia Branco com Dúlio Silva; Fotos: Arquivo Impala

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