Jorge Gabriel no último adeus ao pai: “Nunca lhe poderei chamar cerimónia”

As “normas covid” fazem com que as cerimónias fúnebres sejam muito rápidas. Jorge Gabriel desabafou sobre isso e partilhou a mensagem que mais lhe tocou nesta fase.

24 Jan 2021 | 14:00
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No último adeus ao pai, Jorge Gabriel mostrou-se emocionado e triste com a cerimónia. O funeral decorreu esta sábado, 23 de janeiro, cinco dias depois de o apresentador da RTP ter anunciado nas redes sociais que Albano Fialho, de 96 anos, tinha morrido vítima de covid-19, no hospital Amadora-Sintra, onde estava internado.

“Cinco dias após partir, consegui cruzar-me, pela última vez, com o corpo do Sr. Albano. Nunca lhe poderei chamar cerimónia. Cinco minutos talvez. Entre chegar o carro funerário, retirar as flores, e seguir para o crematório, tudo se desenrola num ápice. Normas Covid…”, começou por lamentar Jorge Gabriel na sua página do Instagram, onde publicou uma foto do pai.

Em breve agradecerei [as mensagens]

“De entre as imensas e intensas mensagens que recebi, e que em breve agradecerei, permitam-me que destaque a que me enviou a dra. Ana Quintais, psicóloga no Lar de Santo António: ‘Sempre atrasado para o almoço e com ânsias de vitória! Sempre cordial e cavalheiro, conhecedor e perspicaz, o senhor Albano ficará para sempre nos nossos corações.’ Este era o meu pai. Amo-te”, termina o rosto do canal público.

Jorge Gabriel: “É melhor forma de honrar o meu pai”

Na última quarta-feira, 20 de janeiro, um dia após a morte do pai, Jorge Gabriel marcou presença na “Praça da Alegria”, da RTP1. O comunicador fez questão de não faltar ao programa e foi aplaudido por continuar a trabalhar neste momento de dor.

“Desde já, quero dar-te os parabéns porque achava que tu não estavas aqui hoje. Por isso, os parabéns de estares a trabalhar e os meus sentimentos”, revelou Rebeca, a artista que cantou logo na abertura do matutino. “Obrigado, minha querida! É melhor forma de honrar o meu pai. É fazer aquilo que ele mais gostava que eu estivesse a fazer nesta altura: a trabalhar”, explicou Jorge Gabriel. “Era o que ele queria de certeza absoluta”, acrescentou.

Texto: Carla S. Rodrigues; Fotos: Reprodução redes sociais
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