Olá, DOUTOR ZECA! José Carlos Pereira conta porque é que MUDOU DE VIDA

José Carlos Pereira iniciou há duas semanas o internato no hospital de Torres Novas. Deixa para trás Lisboa, a representação e aposta agora na carreira que, no fundo, sempre quis ter.

11 Jan 2019 | 13:52
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A fazer o internato na Unidade Hospitalar de Torres Novas, o ator tem sido motivo de muita conversa e de muitas notícias. Por isso, esta sexta-feira, dia 11 de janeiro, a unidade hospitalar deu uma conferência de Imprensa para esclarecer esta nova fase da vida de Zeca.

 

José Carlos Pereira chegou ao hospital com mais 29 colegas para fazer a formação geral. Esta corresponde à primeira parte do internato médico, que tem duração de um ano. No final, os profissionais de saúde são sujeitos a um exame que os permite passar à formação de especialidade.

«Eu tive um carreira de exposição pública durante 20 anos, mas neste momento optei por fazer uma carreira na medicina. Esta carreira requer um bocadinho de descrição e também alguma privacidade, não só na minha relação com os meus pares médicos mas também com os meus pacientes. Era nesta medida que eu queria apelar à não invasão à minha carreira médica.» começa por afirmar José Carlos.

José Carlos Pereira continua, referindo que «não podia ter sido recebido de melhor maneira» e que não sentiu qualquer tipo de tratamento especial.

Em relação à escolha do Hospital de Torres Novas, explica que foram várias as razões que o levaram a sair de Lisboa.

 

«Escolhi Torres Novas por diferentes razões. Eu tinha a certeza que queria sair de Lisboa, não só para fugir à densidade populacional mas também porque sabia que conseguia arranjar alojamento facilmente. Para além disto, tinha boas referências do centro hospitalar. Estou num sítio que fica apenas a uma hora de distância de Lisboa, é super rápido.»

Antes de terminar, Zeca diz que ainda não decidiu que área específica vai escolher, mas que irá ser uma área clínica e não cirúrgica.

Mas o que significa ser interno?

 

Os profissionais de saúde que estão a fazer esta formação geral não têm autonomia técnica, são supervisionados por um tutor que os acompanha durante todo o processo.

Carlos Gil, membro do Conselho de Administração, com o pelouro dos recursos humanos., explica tudo para que não fiquem dúvidas relativas à função de Zeca.

 

«O Dr. José Carlos começou seu percurso de formação geral pela pediatria, tal como podia ter começado por outra área qualquer. Há que deixar bem explícito que isto não faz dele pediatra, é apenas interno porque não tem formação», começa por esclarecer.

 

«Nenhum dos 30 profissionais de saúde que está a fazer formação tem autonomia técnica. São supervisionados por um tutor que os acompanhará. No fundo, o Dr. José Carlos não faz consultas nem urgências. Fará apenas o acompanhamento da Dra. Julieta, neste primeiro ano.» afirma na conferência de imprensa dada esta sexta-feira, dia 11 de janeiro.

 

Além de toda esta explicação, Carlos Gil faz questão de deixar bem claro que esta é uma formação que pode levar bastante tempo. Segundo o mesmo, pode chegar aos sete anos, visto existirem formações especializadas que duram cerca de seis anos.

 

Texto: Inês Marques Fernandes e André da Silva Carvalho; Fotos: Marco Fonseca

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