Exclusivo! Castelo Branco reage a ataque de Espadinha: «É uma bicha que não existe»

Contactado pela TV 7 Dias, o socialite reage com incredulidade às palavras de Victor Espadinha, a quem acusa de homofobia: «Que baixaria! Graças a Deus que nunca me dei com pessoas desse calibre.»

14 Ago 2019 | 12:30
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Vinte e quatro horas depois de Victor Espadinha o ter adjetivado de «maluquinha» e «travesti», José Castelo Branco reage às suas palavras, em exclusivo, à TV 7 Dias. E não é meigo nas declarações que faz. «Quem é o Victor Espadinha?», começa por disparar, em jeito de ironia, o marchand d’art.

A polémica estalou no roast ao socialite, que teve lugar, no dia 19 de julho, no Campo Pequeno, em Lisboa. Durante o espetáculo de humor e depois de ter sido alvo de piadas por parte do cantor e ator, José Castelo Branco retribuiu sugerindo que Espadinha tivera, no passado, «um bar de vacas, umas do alterne, no Estoril», onde o marido de Betty Grafstein «ia todas as noites depois de sair dos sítios civilizados».

Contactado pelo site da revista Maria, Espadinha negou tal facto e reagiu: «A maluquinha do travesti disse aquilo e como nós nos estávamos todos a divertir, eu não quis interromper para desmentir. Também não me importa nada o que ele diz. Se ele disser que eu lhe fui ao rabo, é mentira, mas o que é que eu hei-de fazer?».

 

«Ai que horror! Que nojo! Eu não desço ao nível dele»

 

Agora, há um novo capítulo. Confrontado, esta quarta-feira, 14 de agosto, pela TV 7 Dias, José Castelo Branco mostra-se incrédulo com os termos usados pelo ator. «Ai que horror! Que nojo!», atira. «Não imaginava que o Victor Espadinha chegasse aos 80 anos homofóbico. É absolutamente ridículo. Falar que me ia ao c*? Que baixaria! Graças a Deus que nunca me dei com pessoas desse calibre», declara.

Defendendo que o também cantor «passou completamente à história», o marchand d’art dispara: «Ele é uma bicha que não existe, que não fica no dicionário». «Eu não desço ao nível dele», diz ainda, explicando de seguida as declarações que fez no roast: «O que eu disse não é mentira nenhuma. Ele tinha um bar de alterne no Estoril. Ele e a mulher. Eram queridíssimos.»

Em declarações ao site da revista Maria, Victor Espadinha alega que o espaço noturno em questão «não tinha nada a ver com ele». Já a sua então mulher, Maria Matos, era, de facto, «sócia de uma empresa que, entre várias coisas, tinha um bar. Era de striptease, não de alterne». À TV 7 Dias, Castelo Branco desvaloriza a questão: «A mulher era super querida, recebia-me lindamente. Nunca fui íntimo do Victor Espadinha, porque não faz parte do meu círculo de amigos. Não falamos a mesma linguagem.»

 

«Só um grande senhor podia reagir como eu reagi»

 

De resto, a escolha de Victor Espadinha para ser um dos intervenientes da noite de humor no Campo Pequeno surpreendeu o alvo do roast. «Quando eu soube, disse: ‘A propósito de quê?’», recorda Castelo Branco.

O evento correu bem e só o facto de Betty Grafstein ter sido recorrentemente mencionada aborreceu o marchand d’art; «Não admito. Ainda há de nascer o primeiro. Mas foi para o lado que dormi melhor… Todos eles tiveram a sorte de eu não ter ouvido o que eles disseram na integra, porque a acústica era péssima».

«Há três coisas na minha vida que realmente me importunam e mexem comigo: falar da minha mãe e do meu pai, que já morreram, da Betty e do meu filho», continua. «Só um grande senhor podia reagir como eu reagi», diz, em jeito de remate, garantindo que prossegue com a sua vida «de cabeça levantada».

 

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Texto: Dúlio Silva | Fotografias: Impala

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