José Castelo Branco revoltado com detenção no aeroporto: «Passei por ladra»

José Castelo Branco confirmou à TV 7 Dias que foi detido no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e que vai ser presente a um juiz esta quinta-feira.

11 Dez 2019 | 17:36
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José Castelo Branco foi acusado por uma lojista de ter roubado um perfume em pleno Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. Foi, então, detido pelas autoridades. «Estou detido e amanhã tenho de ir a um juiz», confirma, entre risos e em exclusivo à TV 7 Dias, o marido da antiga joalheira Betty Grafstein.

O socialite foi detido na sequência de uma situação que considera ser «um engano» e «uma loucura». «Isto é bizarro. A mulher está doida. Tenho uma testemunha», garante à nossa revista, referindo-se à lojista que chamou as autoridades poucos minutos depois de lá ter entrado. «Disse-lhe logo: ‘Eu não venho comprar nenhum perfume, eu venho apenas pôr perfume’», recorda.

Castelo Branco está, assim, impedido de rumar a Nova Iorque, Estados Unidos, onde vive com Betty.

 

O que disse nas redes sociais?

 

A situação caricata foi inicialmente partilhada pelo próprio nas redes sociais. «Estou aqui, no aeroporto, parado, porque a menina onde eu ia pôr perfume da Dior… Eu ia comprar cigarros, só disse que me queria perfumar. Entretanto, não sei como, ela foi chamar a segurança para ficar famosa. Então, a pindérica foi dizer que eu estava a roubar. E agora estou aqui. Imagina: eu a passar por ladra», informou.

«Isto não é normal, isto não é normal», disse ainda.

 

 

 

Foi pagar cigarros e acabou retido no aeroporto

Cerca de uma hora depois deste episódio, e já depois de ter apagado os vídeos que lhe mostramos cima, o socialite voltou ao Instagram para dar a sua versão dos acontecimentos. José Castelo Branco explica que estava na zona comercial do aeroporto a comprar cigarros quando tudo aconteceu.

«A única coisa que eu sei é que passei por ladra sem ser ladra. fui comprar cigarros, vinha na minha cadeira de rodas e, de repente, vi o balcão da Dior, da Chanel, de todas as perfumarias. Fui lá para por perfume e disse à menina: ‘menina, pelo amor de Deus, dê-me o Absoluty Blooming, que é o perfume que eu uso atualmente. Não vou comprar, é só para me perfumar. Só venho pagar os cigarros’», relata o socialite.

Veja o vídeo

José Castelo Branco continua, dizendo que a funcionária lhe entregou a embalagem do perfume, cujo preço médio ronda os 55 euros. «Depois não me perguntem mais nada, que eu não sei. Sei que saí a correr porque ela mandou-nos pagar no cu de Judas, percebem? Entretanto, veio uma senhora e disse ‘que disparate é esse? Vai pagar, é ali mesmo ao lado da Dior. É na Chanel que se paga’. Fui lá, paguei os cigarros e vim-me embora. Ela não me disse rigorosamente nada. Nada! Eu não sabia de nada. De repente aparece-me um guarda e foi esta tragédia! É pior do que a tragédia da Rua das Flores!», remata, lamentando que não conseguiu viajar para Nova Iorque.

 

Texto: Dúlio Silva; Fotografias: Impala

 

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