Laura Figueiredo: «perdi a vontade de CASAR QUANDO O MEU PAI MORREU»

A namorada de Mickael Carreira revela que já sonhou subir ao altar. No entanto, a morte do pai destruiu-lhe essa vontade.

22 Fev 2019 | 8:45
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Laura Figueiredo sempre foi muito próxima do pai, que morreu há 14 anos. A atriz e apresentadora não esquece o homem que lhe deu vida e admite que com a morte do pai, morreram também alguns sonhos. Um deles foi o casamento.

«Quando o meu pai morreu perdi essa vontade,eu planeava tudo, tinha tudo planeado mas para fazer com o meu pai, não estando ele, parece que quebrou um bocadinho o encanto», conta Laura, à margem do evento de apresentação da nova coleção da Aldo.

 

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Laura não põe totalmente de parte a hipótese de casar, até porque se Mickael Carreira a pedir em casamento, ela dirá que «sim». «É bonito, mas se algum dia acontecer, será uma coisa muito simples. O casamento não faz parte dos planos, é um momento que tanto eu com ele achamos que é uma passagem bonita do casal, mas não está previsto para já, nem sinto falta disso. Acho que há muitos casais que estão casados e que não são tão casais como nós. Estamos bem como estamos», garante.

Olha para Mickael e vê o pai

 

O pai de Laura morreu há 14 anos, tinha a atriz 18. Uma dor que, segundo ela, nunca se supera. Recorde-se que Laura nasceu no Brasil, mas veio para Portugal aos três anos, onde sempre viveu. O pai da atriz era português. A companheira de Mickael Carreira lamenta que a filha nunca tenha conhecido o avô, apesar de todos os dias falar dele.

«Tenho muita pena que ele não tenha conhecido a neta, noto que a relação que a Beatriz tem com o Mickael é muito parecida com a que eu tinha com o meu pai, e é muito bonito. Dá-me muitas saudades pensar nisso e em tudo aquilo que ele me ensinou», partilha, com um brilho no olhar.

 

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Laura não só pensa no pai, como faz questão de dar a mesma educação à menina que recebeu dele. «Educo da forma que o meu pai me ensinou, muita gente me pergunta há quanto tempo ele morreu porque parece que eu o perdi há meses, estou sempre a falar nele. Um bom pai e uma boa mãe passam tantas bases que nos acompanham diariamente para o resto da vida», interrompe, para depois acrescentar: «Só espero fazer o mesmo com a Bia. Falo-lhe muito dele, acredito que de alguma forma eles já se conhecem.»

 

Texto: Ana Lúcia Sousa | Fotos: Paula Alveno e redes sociais

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