Leandro assaltado! «Levaram tudo o quer era de maior valor», conta à TV 7 Dias

«Roubaram-me o material das motas, roubaram-me material de música, levaram algumas malas de viagem e também algum material de desporto de combate…», desabafa o cantor.

23 Mai 2020 | 18:50
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Leandro começou o fim de semana da pior maneira. O cantor revelou, nas redes sociais, que a garagem do condomínio em que habita, em Odivelas, fora assaltada e, em conversa com a TV 7 Dias, lamenta o sucedido. «Não há muito a dizer… Roubaram-me o material das motas, roubaram-me material de música, levaram algumas malas de viagem e também algum material de desporto de combate… Basicamente, levaram tudo o quer era de maior valor», desabafa.

Apesar disso, o artista não vai apresentar queixa nas autoridades. «Não vou fazer, porque isso não me vai levar a lado algum. O que é que me vão dizer? ‘Eh pá, pois… Queixa contra desconhecidos’», antevê. Leandro só lamenta que a garagem não seja um local que disponha de um sistema de videovigilância: «Devia ser, mas não é.»

Com «festas canceladas ou adiadas para o ano», devido à pandemia da COVID-19, o futuro do cantor permanece uma «incógnita»«Tenho tudo preparado para voltar à estrada, mas neste momento não sabemos de nada…», afirma, explicando, de seguida, as imagens partilhadas pelo próprio em que surge numa obra, bem como as palavras que usou e que fizeram muitos acreditarem que iria fazer uma pausa na música.

«Umas pessoas entenderam bem, mas outras entenderam mal aquilo que eu quis dizer. Aquilo que eu quis dizer foi que a indústria da música, neste momento, em Portugal, está completamente bloqueada. Tive de dar prioridade a outro tipo de áreas, como a minha empresa de construção civil, que já tenho há bastante tempo, com o meu sócio à frente da empresa», refere, lembrando que este ramo «nunca parou» com o surto do novo coronavírus.

«Em vez de estar em casa, a consumir-me, a forçar o pensamento e a ver as notícias, achei que este seria o momento ideal para sair do meu meio, a música, e dar atenção a outro lado que já tenho há algum tempo», continua o cantor.

 

«Sempre fui o chamado forreta»

 

Aliás, vale a pena sublinhar a veia empreendedora e Leandro. O próprio fá-lo na conversa com a TV 7 Dias. «Sempre fui uma pessoa poupada, o chamado forreta. Tenho as minhas economias e, graças a Deus, não estou a passar por necessidade pelas quais muitos colegas meus, neste momento, já estão a passar. Mas também porque sempre fui um visionário e sempre pensei no futuro e naquilo que poderia vir a construir para deixar aos meus filhos e a mim próprio», afirma.

E acrescenta: «Sou uma pessoa que está sempre a investir: tenho uma clínica de estética, uma empresa de construção, um restaurante, um estúdio de produção… Estou sempre à procura de investimentos.»

 

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Texto: Dúlio Silva; Fotografias: reprodução redes sociais

 

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