Leonor Cipriano SAI EM LIBERDADE: «Só confessei tudo porque FUI AGREDIDA na PJ»

Esta quinta-feira, com cinco sextos da pena cumprida, a mãe de Joana saiu em liberdade condicional do estabelecimento prisional de Odemira.

07 Fev 2019 | 12:36
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No dia 12 de setembro de 2004, Joana, de oito anos, saiu de casa para ir às compras a pedido da mãe, Leonor Cipriano, e do tio, João Cipriano. Não voltou a ser vista e o seu corpo nunca foi encontrado. Leonor e o irmão foram condenados a 16 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

A mãe de Joana viu a sua pena agravada em mais sete meses de prisão por declarações contraditórias durante o julgamento de cinco inspetores da PJ acusados de a terem agredido.

Esta quinta-feira, com cinco sextos da pena cumprida, a mãe de Joana saiu em liberdade condicional do estabelecimento prisional de Odemira, avançou o Jornal de Notícias. «Fui condenada sem provas. Não matei a minha filha. Nunca lhe faria mal. Só confessei tudo porque fui agredida na PJ de Faro», disse.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: DR

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