Ljubomir PERDE A CABEÇA e AMEAÇA: «Vais levar nos CORNOS»

No episódio deste domingo de Pesadelo na Cozinha, o Café Central, em Portalegre, foi o restaurante «invadido» por Ljubomir.

26 Nov 2018 | 9:11
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O episódio deste domingo de Pesadelo na Cozinha foi o último da segunda temporada do programa da TVI e o Café Central, em Portalegre, foi o restaurante «invadido» por Ljubomir Stanisic.

Diogo é o proprietário, de 19 anos, que gere o restaurante. «Era um sonho meu ter um restaurante e a minha mãe proporcionou-me este». Domingas é a cozinheira e é a mãe de Diogo, que tem como ajudante de cozinha Vitorina. Leonardo é o empregado de mesa. À noite, Celso é o cozinheiro e Cátia é a empregada de mesa. Os dois tomam conta da casa sem supervisão.

No início, «tínhamos uma boa clientela», mas as «coisas começaram a degradar-se». Os atrasos nos pagamentos e as falhas do proprietário fizeram que com Ljubomir fosse chamado.

Mal o chef chegou e se sentou para provar as iguarias, recebeu patê de atum e delícias do mar feito com atum de lata e maionese. «É super caseiro», ironiza. «Isto é surreal, uma mixórdia muito esquisita.»

Durante o tempo das entradas e das sopas, o chef conseguiu sentir o cheiro à cebola que queimaram na cozinha e ao tabaco que fumavam na sala ao lado. «O molho é água», «tudo precisa de sal», «frango que sabe a m****» e «migas que são pão demolhado» foram alguns dos comentários no momento da prova.

«É o congelador mais pobre que encontrei até hoje»

«É o congelador mais pobre que encontrei até hoje. Nada tem data, origem, animal…», diz antes de mandar com um pimento ao chão. Celso, o cozinheiro que está responsável pela cozinha aos jantares, explica ao chef que usam molhos de pacote e que a patroa não o deixa fazer de outra forma porque «não há dinheiro».

A patroa Domingas é chamada ao restaurante. «Estou um bocadinho ansiosa», começa por dizer. «Ele [o Celso] disse-me que a senhora mando-a usar pós, que não pode usar cebola fresca no pica-pau», diz Ljubomir, que acaba a ser contrariado.

O chef decidiu ir imediatamente para a cozinha mostrar como se cozinha este prato. «Percebeu a diferença? Isto é cozinha, isto é m****».

«Isto deixou de ser para fumadores»

Na manhã seguinte, Ljubomir Stanisic reuniu-se com todo o staff e tentou pôr «mão» em tudo. «A partir deste momento, isto deixou de ser para fumadores, regra número um», impõe logo.

Na cozinha, o chef explicou o truque de aproveitar os desperdícios para fazer o caldo e ensinou Domingas e Vitorina a cozinhar. Aproveitou também para deitar facas e tábuas diretamente também o lixo.

Na preparação do almoço, depois de Ljubomir ter mandado Diogo, Cátia e Leonardo limpar o restaurante todo, o proprietário queixou-se à mãe com fome. Domingas deu comida ao filho e o chef  chamou-a a atenção por não ter oferecido comida a mais ninguém.

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«Tu não sabes gerir uma cozinha»

No final dos almoços, perguntou à cozinheira se tinha aprendido alguma coisa e exigiu que ela e Celso cozinhassem tudo o que lhes ensinou naquele dia. «Tu não sabes gerir uma cozinha. Vais ver como ela [Vitorina] se sabe mexer», diz-lhe.

A seguir chamou a atenção de Diogo. «Estás aí a brincar e a tua mãe está aqui na cozinha a chorar. Ela está com dívidas».

«Há uma coisa que me desagrada imenso e que eu não admito. É a maneira como tratas a tua mãe. Mãe é mãe, se tu não respeitas como é que queres que o empregados a respeitem? Tu patinas que nem um bebé. Tu não sabes nada», afirma o chef a sós com o proprietário. «Vais levar nos cornos, garanto-te eu.»

«Sai daqui hoje e vai comprar dois livros de cozinha alentejana. Mostra um bocadinho de respeito», aconselha Ljubomir a Domingas.

Aceitando continuar a ajudar o Café Central, Ljubomir levou a equipa a desmanchar um porco para lhes dar a entender a importância de usar produtos alentejanos de qualidade. Fez também a renovação do visual do restaurante, pondo a decoração à moda do Alentejo.

«Mamã, quero uma faquinha afiada»

Ljubomir Stanisic reestruturou os horários de funcionamento e mostrou-lhes alguns pratos de sugestão como são exemplos a tomatada alentejana, lâminas de toucinho, lombo de javali e sopa de javali.

No dia da reabertura, os ânimos do chef exaltaram-se novamente por causa de Diogo. «Miúdo mimado», chamou-lhe. «Mamã, quero uma faquinha afiada. Mamã, dá-me pãozinho. Mamã…», gozou.

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No momento do serviço, não havia colheres em todos os clientes e Ljubomir disse: «Tu só deste colheres quando o teu filhinho te pediu». Apesar dos vários momentos de stress, a reação dos clientes aos pratos servidos foram positivas.

Veja as imagens do restaurante e de alguns pratos publicados nas redes sociais do mesmo percorrendo a galeria.

Texto: Redação WIN – Conteúdos Digitais; Fotos: DR

 

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