Manuel Maria Carrilho condenado por difamação a pais de Bárbara Guimarães

Manuel Maria Carrilho terá de pagar 25 mil euros aos pais da apresentadora. O ex-ministro da cultura foi condenado por difamação.

24 Nov 2019 | 14:50
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O ex-ministro da cultura foi condenado a pagar 25 mil euros aos pais de Bárbara Guimarães por difamação, após o Tribunal da Relação de Lisboa ter confirmado a decisão da primeira instância. Manuel Maria Carrilho acusou-os de terem comportamentos impróprios.

Os juízes desembargadores afirma que Carrilho agiu com intenção de difamar os pais da apresentadora.

Já em outubro de 2017, o ex-político tinha sido condenado a quatro anos e meio de pena suspensa pelos crimes de violência doméstica, ameaças e ofensas à integridade física e injúrias. Ficou ainda obrigado a frequentar um programa da Direção Geral de Saúde de prevenção da violência doméstica.

Um mês depois, foi condenado a pagar 50 mil, por danos não patrimoniais, a Bárbara Guimarães, que sofreu agressões, difamações, ameaças e injúrias por parte do ex-marido, já depois da separação, anunciada em 2013. Manuel Maria Carrilho teve ainda de pagar 15 mil euros a Ernesto ‘Kiki’ Neves, ex-companheiro de apresentadora, e que também esteve envolvido neste processo.

 

Manuel Maria Carrilho absolvido de crime de violência doméstica

A 15 de março de 2019, o ex-ministro da Cultura foi absolvido do crime de violência doméstica. «A decisão mantém-se», deliberou a juíza Joana Ferrer, durante a leitura de sentença do processo de violência doméstica contra Manuel Maria Carrilho, denunciado pela apresentadora Bárbara Guimarães.

O ex-político é novamente absolvido. Quanto ao crime de difamação de que também era acusado, Manuel Maria Carrilho terá de pagar uma multa de 900 euros, tal como tinha sentenciado no passado. Recorde-se que o antigo ministro da Cultura já tinha sido absolvido neste processo. O caso foi reaberto em dezembro do ano passado, a mando do Tribunal da Relação de Lisboa devido à falta de apreciação por parte do tribunal de primeira instância de um episódio entre o ex-casal. A decisão da juíza manteve-se.

Um novo facto, que ficou por julgar em 2017, motivou o pedido de uma nova sentença. Em causa, estava a apreciação de uma alegada ameaça proferida por Carrilho a Bárbara Guimarães: «Estás a ver estas escadas? Atiro-te e vamos todos ao teu funeral». Sobre este episódio, a magistrada considera que o discurso da apresentadora de televisão demonstra algumas falhas, uma vez que, quando relatou o momento, referiu que o ex-marido lhe disse que bateria com a cabeça numa escultura feita pelo pai dela. Porém, o progenitor de Bárbara afirmou em tribunal não se recordar da existência de uma estátua sua no local mencionado.

Texto: Redação WIN – Conteúdos Digitais; Fotos: Arquivo Impala

 

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