Maria Botelho Moniz está na TVI, mas não esquece a SIC: «Ser-te-ei eternamente grata»

Maria Botelho Moniz estreou-se na estação de Paço de Arcos como atriz, em Podia Acabar o Mundo. A apresentadora fez questão de agradecer ao canal onde tudo começou.

06 Out 2020 | 21:40
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Maria Botelho Moniz  é uma das caras que nos últimos meses tem estado à frente de vários desafios na TVI. A apresentadora trocou a SIC pela estação de Queluz de Baixo e desde então são inúmeros os desafios que tem superado, segundo a crítica, com distinção.

Apesar de estar de “pedra e cal” na sua nova casa profissional, Maria não esquece onde começou a sua carreira como atriz e esta terça-feira, dia 6, dia de aniversário da SIC, partilhou uma mensagem de agradecimento à estação de Paço de Arcos. «Agosto de 2008, algures em Alcochete com o Diogo Morgado. Estreava-me assim na minha primeira novela, ao lado dos grandes. Obrigada por tudo o que me deste e ensinaste, SIC . Ser-te-ei para sempre grata. Parabéns!», lê-se na legenda de uma fotografia onde aparece ao lado de Diogo Morgado.

Maria estreou-se na novela Podia Acabar o Mundo, onde vestiu a pele de Inês.

Veja a imagem na nossa galeria.

A história de vida de Maria

 

Aos 18 anos, Maria muda-se para os Estados Unidos para seguir o sonho da representação. Começa por estudar em Nova Iorque e depois em Los Angeles. «Aquilo era o meu sonho de sempre, estudar representação nos Estados Unidos. Vivi 3 anos de profunda alegria», confessou em entrevista a Filipa Galrão, no podcast d Mega Hits Tudo o Resto, em janeiro de 2019.

Depois dos estudos, regressa a Portugal com o objetivo de singrar como atriz. Em 2008, cumpre essa ambição ao dar vida a Inês Simões na novela Podia Acabar o Mundo. Mas o sonho dava lugar à incerteza. «Entre a primeira e a segunda novela [Laços de Sangue, 2010] que fiz, fiquei um ano e tal parada. E isso causou-me uma tremenda ansiedade. Eu não estava preparada para esses tempos de espera», confessou.

E a solução foi ir «naquela» ao casting do Curto-Circuito. «Estive 4 meses em casting e acabei por ganhar. A partir daí a bola foi rolando e foram surgindo mais oportunidades», relembra. Conduziu o talk show das tardes da SIC Radical entre 2011 e 2014. Esse período coincide com um dos mais dolorosos da sua vida.

A morte do namorado, Salvador Quintela, em março de 2014. Duas semanas após a tragédia, Maria estava a apresentar o CC. E com um sorriso nos lábios, escondendo uma dor infinita «Eu só podia sorrir. Era a única arma que eu tinha», relembra. «Era a única hora e meia em que eu estava sã».

 

Maria na generalista

 

Em 2015, dá o salto para a SIC generalista, como repórter dos programas de daytime Grande Tarde e Queridas Manhãs. É também nesse ano que se senta pela primeira vez no sofá do Passadeira Vermelha, lugar que iria ocupar até à saída da estação de Paço de Arcos. A Maria repórter passou também por todos os principais festivais de música, do Rock in Rio ao MEO Sudoeste, passando pelo Super Bock Super Rock, Sumol Summer Fest. Passou também pelos principais eventos pontuais da estação, como os Globos de Ouro, os 25 anos da SIC.

Em 2019, Maria Botelho Moniz começa a ter maior presença na generalista e ganha lugar como repórter fixa no talk show de João Baião, Olhó Baião, que se estreou em fevereiro de 2019. Estreia-se também a solo, a conduzir o seu próprio programa, Eu Quero Arrumar, na SIC Mulher.

Mas em março de 2020, Maria “fez as malas” e rumou a Queluz de Baixo, onde passou a ser uma das figuras principais da TVI.

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Texto: Andreia Costinha de Miranda; Fotos: Reprodução Instagram

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