Maria João Abreu e José Raposo rejeitados para trabalhar!

Maria João Abreu e José Raposo são o motor do fenómeno Golpe de Sorte, mas os dois sofreram muito para chegar aqui.

09 Jul 2019 | 21:50
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O ex-casal reencontrou-se a trabalhar na série da SIC e têm o estatuto de cabeças de cartaz da série que está a obter resultados pouco vulgares, na atualidade, liderando destacada. Ao fim de muitos anos a serem escolhidos para trabalhos de menor destaque em televisão, José Raposo diz agora que tal foi injusto e que até de “revisteiros” lhes chamaram, por estarem conotados com o teatro de revista.

À TV 7 Dias, o ator defende que «é injusto, porque eu sou ator, acima de tudo represento. Na ficção sei que sou rejeitado, isto é um país pequenino em que se sabe sempre tudo, mas fui rejeitado para determinado tipo de papéis, porque eu era sempre conotado como o cómico, o polícia, o padeiro, mas sempre com características cómicas e humorísticas.»

As criticas estendem-se a Maria João Abreu, que também foi muita vez posta de lado. «A Maria João também tem esse carimbo, mas está a provar o contrário ao fim destes anos todos».

A ex-companheira do ator, com quem este teve dois filhos, Miguel, de 33 anos, e Ricardo, de 26, retribui os elogios. «Eu conheço o Zé, se calhar melhor do que ninguém, a todos os níveis, humanamente, e como ator. E acho que o Zé, isto é muito ingrato dizer, mas se calhar o Zé é o melhor ator da geração dele, portanto, é muito bom partilhar o estúdio e o palco com ele. Facilita muito o trabalho. Já o conheço muito bem»

Leia a reportagem e a conversa completa com o ator, na revista que está nas bancas este domingo, 7 de julho.

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Texto: Mafalda Dantas| Fotos: Impala

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