Marta Cardoso aponta o dedo à produção do “Big Brother” por erros: “Eles são miúdos”

Marta Cardoso criticou a produção do “Big Bother” por não ter assegurado a vigilância necessária das ex-concorrentes sujeitas à repescagem.

27 Nov 2020 | 15:30
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Sem papas na língua, Marta Cardoso não poupou críticas à produção do “Big Brother – A Revolução”, após Jéssica Fernandes ter quebrado o isolamento obrigatório que permitia o seu regresso à casa mais vigiada do País. No “Extra” desta quinta-feira, 26 de novembro, a comentadora aponta também o dedo à produção do reality show da TVI por não ter garantido a vigilância necessária das ex-concorrentes para que estas não tivessem contacto com pessoas externas.

“Tendo em conta a gravidade da situação, deixar ao critério de quem vai entrar (..) cumprir ou não cumprir [o isolamento] é um risco enorme. Eles são miúdos, mais responsáveis ou menos responsáveis, mas do nosso lado produção, do nosso lado TVI, temos de ter a certeza absoluta que tudo está a correr bem. Não podemos deixar ao bom senso e à responsabilidade dos concorrentes se vão ou não cumprir”, começou por dizer.

“Na minha altura eu tinha uma sombra”

“(…) Na minha altura, eu tinha uma sombra. Só não dormia comigo, mas dormia no quarto ao lado…para garantir que eu não falava com ninguém (..) e não era uma pandemia. Era só um jogo. Agora é um jogo numa pandemia”, explicou numa referência à primeira edição do mesmo formato, no qual participou, no ano 2000. “Não podemos deixar a uma miúda de 20 anos (…) que tenha toda a consciência e que entre lá para dentro a pensar: ‘o Rui [Pedro] também testou negativo…’. Ela não teve essa consciência. Nós temos de a ter”, disse ainda.

Em jeito de remate, Marta Cardoso não desculpabilizou o comportamento tido pela assistente de informação aeroportuária, mas considerou que teria sido importante a presença de um elemento da produção junto dos ex-concorrentes que estavam sujeitos à repescagem. ” O exemplo da Jéssica que sirva para nós garantirmos que isto não volte a acontecer e que se preciso for ter uma pessoa à porta da Carina ou de outra pessoa qualquer que esteja para entrar 24 horas por dia, pois que esteja.”

Texto: Alexandre Oliveira Vaz ; Fotos: DR

 

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