“Não tenho dúvida”: Cláudio Ramos assume quem era o melhor comentador do “Big Brother”

Cláudio Ramos não tem dúvidas quanto ao comentador que melhor defendeu o seu papel no “Big Brother”: A Pipoca Mais Doce. E será ela insuportável? O apresentador responde.

24 Abr 2021 | 18:00
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Cláudio Ramos foi o mais recente convidado do podcast “É Preciso Ter Lata”, de Pedro Ribeiro e Rita Rugeroni. Nele, o apresentador teceu rasgados elogios a Ana Garcia Martins, mais conhecida como A Pipoca Mais Doce.

A estrela da TVI respondeu a várias perguntas de fãs e de haters e uma delas questionava se A Pipoca Mais Doce é uma pessoa insuportável. “A Pipoca não é insuportável. Eu entendo muito bem a Pipoca, porque fui, durante muitos anos, comentador e sei como esse papel é olhado”, começou por dizer.

“Não temos de agradar a gregos e a troianos e a Pipoca tem dentro dela uma série de características que saltaram da Internet para a televisão e, como o público da televisão não é o mesmo da Internet, às vezes pode não a entender”, acrescentou Cláudio Ramos.

Numa outra pergunta, o apresentador foi questionado sobre qual era, na sua opinião, o melhor comentador do “Big Brother”. “A Pipoca. Não tenho dúvida nenhuma”, disse, sem hesitar.

Pouco depois, respondendo à questão ‘Quem não gosta de ti?’, atirou: “Há tanta gente que não deve gostar de mim. Por exemplo, acho que os comentadores do ‘BB’ não devem gostar de mim porque eu disse que a Pipoca era a melhor [risos].”

 

Cláudio Ramos assume que tem namorado… e fala de sexo

 

Ainda neste podcast, Cláudio Ramos assumiu pela primeira vez que tem um namorado. Questionado sobre a última vez que tinha feito amor, o apresentador fez um sorriso maroto. “Estive muito tempo sem fazer, porque se meteu o confinamento. Quando digo muito tempo, é muito tempo. Agora, a última vez foi sexta-feira [16 de abril] à noite”, afirmou.

Mais tarde, acabou por confessar ter namorado. A resposta foi dada – como, de resto, todas as outras – a uma pergunta colocada por um dos fãs do comunicador. “Então, se eu fui para a cama com uma pessoa na sexta-feira… Eu não sou uma pessoa leviana, gosto das coisas com cabeça, tronco e membros”, reforçou, acrescentado não ser, também, uma “pessoa romântica”.

“Só não tenho paciência para fazer corte, nem para deixar que façam. Tenho 47 anos, não gosto de perder tempo com coisas que se podem ultrapassar”, ultimou.

De lembrar que, no início deste ano, foi avançado que Cláudio Ramos e Diogo Faria tinham dado uma nova oportunidade ao amor, depois de terem terminado a relação, como avançou a NOVA GENTE, mas longe dos holofotes.

 

“Sou melhor apresentador de day time do que o Ruben Rua”

 

À dupla de radialistas, o apresentador das manhãs da TVI falou ainda sobre a relação com Teresa Guilherme, com quem conduziu o “Big Brother – Duplo Impacto”, e deu a sua opinião sobre o colega de canal Ruben Rua.

A pedido de quem acompanha o podcast, Cláudio Ramos avaliou o talento de Ruben Rua “de zero a dez”. O parceiro de Maria Botelho Moniz em “Dois às 10” não teve dúvidas quanto ao talento do coanfitrião, ao lado de Helena Coelho, de “VivaVida”. “Para a apresentação tem 5. Para modelo tem 10. Para capacidade de aprendizagem tem 10″.

E explicou: “O Ruben ainda não é um apresentador de day time, mas eu também não sou. Eu também estou em crescimento e é assim que se faz uma carreira. Se eu sou melhor apresentador de day time do que o Ruben? Óbvio que sim. Mas faço day time há 20 anos e ele está a começar a fazê-lo agora. Ele não é o máximo, nem é uma merd*”.

 

Cláudio Ramos fala da dupla com Teresa Guilherme

 

A dupla que formou com Teresa Guilherme na condução de “Big Brother – Duplo Impacto” também não passou ao lado da curiosidade de quem deixou perguntas a Cláudio Ramos. Houve quem quisesse saber se a veterana tem “ciúmes” do companheiro de plateau. “Não acho que tenha ciúmes meus”, referiu.

Cláudio Ramos não nega, porém, que terá sido difícil para Teresa Guilherme dividir a apresentação do formato consigo. “Se foi difícil para mim fazer o ‘BB2020’ e depois sair e não fazer o ‘Big Brother – A Revolução’ – porque eu tinha muita expectativa no formato -, para a Teresa, que fez durante 20 anos este reality, deve ter sido pior ver-me a mim. Temos de olhar para a Teresa e pensar que ela me viu como concorrente dela. Acho que a Teresa estranhou, depois entranhou e agora já corre muito bem”, sublinhou.

O apresentador confessou ainda que a forma como ambos trabalham “é completamente diferente” uma da outra. “Eu sou muito de improviso, ela gosta de ter tudo muito bem preparado, mas acabamos por nos completar”, finalizou.

 

 

Texto: Ana Filipe Silveira e Patrícia Correia Branco; Fotos: reprodução redes sociais

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