Nem imagina onde Raminhos mete a mão quando dorme com a mulher

António Raminhos esteve recentemente no programa A Nossa Tarde, à conversa com Tânia Ribas de Oliveira sobre a sua vida pessoal.

28 Set 2023 | 16:20
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António Raminhos esteve recentemente no programa A Nossa Tarde, à conversa com Tânia Ribas de Oliveira sobre a sua vida pessoal. Ao longo da entrevista, o humorista acabou por falar sobre a sua mulher, Catarina Raminhos, e fez uma revelação da sua intimidade.

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António Raminhos falava de uma imagem com a companheira, no Alentejo, quando recordou: “Aqui no Alentejo, nos primeiros meses de namoro, foi a primeira vez que dormimos juntos, dormir! Não aconteceu mais nada. Quando estávamos deitados, o máximo que eu  fiz foi  perguntei se podia dormir, se podia pôr a mão assim na anca dela, no rabo e até hoje, está lá sempre a minha mão”, referiu. E continuou: “Isto não é mentira, ainda ontem estávamos a falar sobre isso na cama. Eu durmo sempre com a mão no rabo da minha mulher mas é, é tipo a minha almofada. Eu deito-me, ela deita-se aqui no meu peito que diz que é o sítio especial dela e eu meto a minha mão no rabo dela e tenho que dormir assim”.

António Raminhos perdeu o pai: “Em 48 horas fui confrontado com a morte de três formas”

Morreu o pai de António Raminhos, as 87 anos. O humorista recorreu às redes sociais para deixar um desabafo, referindo que nos últimos dois dias teve de lidar com a morte de três diferentes formas. “Em 48 horas fui confrontado com a morte de três formas distintas. No mesmo dia, a morte repentina de alguém com quem me cruzava várias vezes. E, pouco depois, a morte do meu pai. Hoje, a lembrança da morte de uma querida amiga cujo o sorriso e as palavras voltei a escutar num documentário”, começou por dizer.

A morte. De diferentes formas e feitios, em dois dias veio mostrar-me como está presente na vida. De forma tão simples, natural, imprevisível, inegável. Hoje sou, amanhã posso não ser. Tão certa como a água que corre para o mar ou o sol que nasce. Teimamos em vê-la como um corpo estranho, como algo que não era suposto, que não faz sentido. Somos egoístas no amor. Queremos controlar aquilo que já cá estava antes de nós. Antes dos tempos. Ao lutarmos contra o que por si só faz parte da vida negamos o poder de um último suspiro”, refletiu. “O querer que a morte não exista é fechar os olhos àquilo que ela nos dá. No rapaz conhecido que partiu vi a sua simpatia, no adeus ao meu pai o agradecimento, na minha amiga a luz. Ela, a morte, vai continuar a existir como sempre para além de todos nós e, por isso, não há “porquês”. Há a chance de mantermos vivos aqueles que por ela já passaram. E a chance de com isso nos mantermos vivos”, acrescentou.

Texto: Sofia Mendes com Inês Borges
Fotos: Redes sociais
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