Verónica desaparece em alto mar! Veja já as imagens do final trágico da vilã de Nazaré

Ao longo da trama cometeu crimes hediondos e espalhou o terror. No final, a vilã da novela da SIC Nazaré é punida com a morte. Veja as imagens do final.

19 Jun 2020 | 21:40
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Fria, maquiavélica e sem escrúpulos, são alguns dos adjetivos que descrevem Verónica (Sandra Barata Belo). Ao longo da trama, cometeu variados crimes, e, no final, não foi poupada. No último episódio da novela da SIC Nazaré, os crimes de Verónica já foram descobertos.

A polícia elabora um plano para a apanhar. Conseguem aceder ao e-mail dela e ficam a saber que alugou um carro e vai buscá-lo na manhã seguinte. Decidem fazer-lhe uma espera nesse local. Duarte (José Mata) e Bernardo (Guilherme Moura) estão presentes.

O filho da vilã faz um discurso emotivo: «A mãe não pode fugir. Eu sei que fez mal a muita gente, e que aconteceram coisas horríveis, mas eu aprendi coisas boas consigo. Foi a mãe que me ensinou que devemos acreditar no que vemos… e que dizer a verdade é importante.»

Muito emocionada, Verónica acusa-os de terem usado o filho contra ela. «Tu vais para a prisão, Verónica. Acabou!», diz-lhe Duarte. De seguida, a polícia faz a detenção e a vilã implora aos inspetores: «Estão a cometer um erro… Olhem para mim, pareço-vos uma assassina?»

 

A vingança de Nuno

 

Nesse momento, o carro de Nuno (António Pedro Cerdeira) ultrapassa o da judiciária e trava à frente dele, bloqueando-lhes o caminho. Atira uma lata de gás para o interior do veiculo da PJ que se enche de fumo. Verónica desmaia.

Horas mais tarde, acorda atordoada, em alto mar. Está num bote de borracha e, ao seu lado, numa lancha está o segurança. «Porque é que me trouxeste para aqui? O que é que vais fazer comigo?», pergunta a mãe de Bernardo, nervosa. Determinado, o ex-segurança garante: «Só te vou dar aquilo que mereces. Pela minha mulher, a Joana… para que ela tenha finalmente justiça.»

A vilã implora que ele a ajude e, ao levantar-se, o bote balança perigosamente. No entanto, Nuno afirma: «Não mereces ir presa, mereces um castigo à medida do que fizeste… Muitas pessoas perderam as casas, a vida… a minha mulher estava grávida e morreu por tua causa.»

A empresária tenta explicar-se, mas ele atira-lhe uma garrafa de água e uma arma com uma bala, dizendo: «Podes acabar com o teu tormento, quando a água que te deixei acabar. Escolhe bem». Afasta-se a toda a velocidade. Verónica grita e chora alto, em pânico e completamente sozinha em alto mar. Algum tempo depois, aparecem os destroços do bote onde a tia de Duarte estava.

 

Veja as imagens na galeria!

 

Texto: Neuza Silva; Fotografias: D.R.

 

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