“O Noivo É Que Sabe”: Novo casal não tem para onde ir viver

Os novos protagonistas de “O Noivo É Que Sabe” são descritos por Carla como diferentes nos gostos, mas semelhantes no que realmente importa. Ela e Rui não têm para onde ir morar.

25 Out 2020 | 20:10
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Aí está mais um casal de “O Noivo É Que Sabe”. Foi no passado domingo à noite, dia 18, que os dois surgiram no programa da SIC apresentado por Cláudia Vieira. Rui, um barbeiro, de 25 anos, de Almada, assumiu a relação com Carla Bazilio a 16 de janeiro de 2016.

Quatro anos depois, a assistente social, de 29 anos, da zona de Cascais, inscreveu-os no formato do canal de Carnaxide. Aliás, para Carla não deve haver nada mais mágico do que casar num programa de televisão. Sobre a festa de casamento, a jovem não teme pela capacidade de o noivo lhe dar uma festa animada. Quanto ao bom gosto da mesma, já tem grandes dúvidas.

A assistente social, que durante um ano frequentou o curso de Contabilidade, revela que o namorado pouco ou nada tem a ver com ela. “Somos o dia e a noite, eu sou a típica miúda de Cascais que fez tudo certinho e de acordo com aquilo que todos esperavam de mim, já o Rui nasceu na margem sul e fez tudo menos aquilo que os pais e a família tinham idealizado para ele. Sou contra piercings e tatuagens, ele é todo tatuado, detesto penteados estilosos e em que todas as semanas faz um diferente e cada um pior que o outro”, elucida.

Carla acusa o noivo de se vestir “à chunga” e conta que se este tiver oportunidade de levar uma bolsa na cintura, então fica para além de feliz. E prossegue na definição dos dois. “Eu adoro carros sóbrios, ele adora carros coloridos, rebaixados e de preferência com umas jantes espalhafatosas. Eu adoro filmes de terror, ele só vê filmes de ação. Somos totalmente diferentes nos gostos, mas estranhamente semelhantes no que realmente importa, no amor e no carinho que conseguimos dar um ao outro, na lealdade e no compromisso. Claro que muitas vezes não é fácil conciliar tudo, mas o tempo ensinou-nos que o mais importante é o amor”, remata.

Para já, tudo parece estar encaminhado, ainda que os pais da noiva se questionem sobre este casamento, uma vez que os noivos não têm para onde ir viver.

 

Texto: Luís Correia (luis.correia@impala.pt); Fotografias: D.R.

 

(artigo originalmente publicado na edição nº 1753 da TV 7 Dias)

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